quarta-feira, agosto 18, 2004

FÉRIAS EM ATENAS

Já tinha prometido a mim mesmo não voltar a escrever sobre este tema aqui no blog, mas a carne é fraca. Já não bastava ontem ter ouvido o desplante dos responsáveis nacionais pela equipa olímpica de judo a afirmarem que, apesar de algumas arbitragens (aonde é que já ouvi isto?), os objectivos traçados foram alcançados (lembro que há judocas que não passaram do primeiro combate!), como hoje tive de ‘gramar’ a vergonhosa derrota da selecção de futebol frente à Costa Rica!!! Se a humildade matasse, os nossos atletas eram imortais. Pergunto se ainda não vamos a tempo de enviar um Hércules C-130 para resgatar o que falta da honra de Portugal? Já decidi que vou recolher a bandeira que tenho colocada na janela. Estes ‘turistas’ que se andam a pavonear em Atenas não merecem qualquer apoio!

Agora a sério, prometo só voltar a falar da participação portuguesa nos JO depois de ouvir o balanço feito pelos responsáveis pelo Comité Olímpico de Portugal.

segunda-feira, agosto 16, 2004

O DIÁRIO DAS LAMENTAÇÕES

Sempre que assisto à primeira parte do programa ‘Diário Olímpico' transmitido pelo Canal 1, que é dedicado à participação dos portugueses nos Jogos, vêem-me as lágrimas aos olhos, tal são as lamentações dadas pelos nossos atletas pelo ‘azar’ com que a nossa participação tem sido brindada pelos deuses gregos. Então não é que o trabalho de quatro anos têm ido pelo ar, por água abaixo ou ao tapete, conforme queiram, devido a rajadas de vento, a golpes de calor, a descargas de ansiedade, crises de nervos ou assistências ruidosas. Felizmente para os nossos atletas, o que não falta na Grécia são ilhas com belas praias banhadas por um mar de cor azul-turquesa que fazem esquecer quaisquer ‘azares’ e ajudam a levantar rapidamente o moral!

sábado, agosto 14, 2004

O TRIGO E O JOIO

Com o decorrer das provas olímpicas, começa a selecção natural dos melhores. Felizmente para Portugal, há um campeão que dá pelo nome de Sérgio Paulinho – ganhou hoje a medalha de prata na prova de ciclismo de estrada. Confesso que não estava a par das possibilidades de medalha nesta competição, até porque o meu contacto com o ciclismo resume-se ao acompanhamento televisivo da Volta à França. Dada a participação de portugueses, segui com entusiasmo a prova e perante uma surpresa desta, a alegria é redobrada. Até porque depois de ouvir a triste justificação para a participação ‘assombrada’ (nas palavras do próprio) de José Couto na natação e assistir à derrota da dupla Maia/Brenha no voleibol de praia, esta medalha de prata sabe a ouro!

sexta-feira, agosto 13, 2004

ESPÍRITO OLÍMPICO



Começaram os Jogos! Portugal lá voltou a enviar uma numerosa comitiva de atletas para …… participar! É que entre 80 atletas, contam-se um ou dois candidatos a medalhas, alguns aspirantes a ficar nos 20 primeiros, bastantes turistas e meia-dúzia de lesionados. Assim, a ambição de ganhar medalhas ficou, mais uma vez, em Portugal. O discurso oficial também não ajuda: “não se exige medalhas mas o que vier à rede é peixe”. Curioso é sempre assistir que na hora do regresso, a haver heróis eles são apenas os medalhados. Dos restantes não lembra a História. Desde da primeira participação portuguesa em 1920 nos JO de Antuérpia até hoje, Portugal ganhou um total de 17 medalhas, sendo 3 de ouro, 4 de prata e 10 de bronze. Estava a contar que nestes Jogos, Portugal conseguisse mais umas duas medalhas para juntar a este pecúlio, mas depois de ver hoje a participação da nossa selecção olímpica de futebol no jogo frente à poderosíssima selecção do …… Iraque (sim esse pais semi-destruido que ainda se encontra em guerra) a minha única esperança numa medalha olímpica reside no ‘nosso’ Francis Obikwelu! Vendo bem e contas bem feitas, e esta medalha só conta em 50%!!!. E assim, mais uma vez, Portugal cumpre com o espírito olímpico!

segunda-feira, agosto 09, 2004

NOTAS BEDEFILAS 13



XIII aliás Jason Mullway, Jason Mac Lane, Jason Fly, Seamus O'Neil, Kelly Brian, Alan Smith, Jake Shelton, Steve Rowland, Ross Tanner, Jed Olsen, John Fleming, Hugh Mitchell, Karl Meredith, Reginald Wesson e "El Cascador” são as identidades de um herói amnésico e misterioso dotado de qualidades atléticas impressionantes que o desenhador William Vance e o argumentista Jean Van Hamme têm desenvolvido, de forma espectacular devo acrescentar, desde do início da sua publicação em 7 de Junho de 1984 na revista "Spirou”.

O fio condutor desta banda desenhada é a longa e intrincada diligência do herói para pesquisar o seu passado e reencontrar sua identidade pessoal, uma vez que perdeu totalmente a memória. Conhecido por Treze devido a uma tatuagem em numeração romana no pescoço (XIII), terá aparentemente pertencido a um departamento ultra-secreto de um serviço de contra-espionagem. É essa circunstância que explica a feroz perseguição de que é alvo por parte de múltiplas instâncias de poder, tanto civis como militares.

A excelente narrativa das histórias aliada à notável galeria de personagens que se cruzam na vida do herói, traduzem-se numa obra de excelente qualidade reconhecida, onde na sua edição original, em Francês, a colecção já atingiu os 16 álbuns publicados. A apresentação deste herói nas notas bedefilas vem a propósito da edição (finalmente!) em português, depois de longos anos de interrupção, de mais dois álbuns de XIII – o oitavo (“Treze contra Um”) e o nono (“Por Maria”). Todos os anteriores álbuns já se encontram publicados pela Editora Meribérica. Está feita a apresentação e o convite para conhecerem uma das melhores colecções de momento da banda desenhada franco-belga.

sábado, agosto 07, 2004

FAHRENHEIT 9/11

Já estava preparado para o que me esperava, quando fui ver o filme polémico de Michael Moore alias manifesto anti-Bush em película cinematográfica de Michael Moore. Durante duas horas lá assisti a um conjunto de imagens montadas no sentido de nos contar a inaptidão de George Bush para o cargo de Presidente do EUA, as relações perigosas da família e amigos de Bush com a família real saudita, os negócios por detrás da guerra e do petróleo, a mãe militarista que quando recebe a notícia da morte do filho em combate passa a pacifista, a entrevista com a loira (Britney Spears) defensora de Bush, etc, etc. É um facto que qualquer pessoa devidamente informada sabe que o actual Presidente do EUA é um completo idiota, pelo que resumindo a única novidade neste filme, são mesmo as imagens com situações cómicas protagonizadas por George Bush. A visão redutora e manipuladora dos factos apresentada por Michael Moore em Fahrenheit 9/11 não trazem qualquer mais-valia pelo que a atribuição da Palma de Ouro do Festival de Cannes a Michael Moore, mesmo atendendo ao forte sentimento anti-Bush existente na Europa, revela-se agora um autêntico exagero.

Importante reter é mesmo a preocupação em pensar que quando um americano, de forma consciente ou inconsciente, deposita o seu voto numa eleição presidencial, está automaticamente a influenciar o modo de vida de milhões de pessoas em todo o mundo, no presente e no futuro.

Quanto ao filme, pelo exposto, não consigo atribuir mais de 4 numa escala de 1 a 10.

DIA DE CLUBE

Hoje foi dia de Clube. Traduzindo: comecei a preparar a época futebolística que se avizinha. Mais uma vez, a fé encontra-se em alta. Intimamente, penso que este ano é que vai ser. Acto consequente? Fui ao Estádio da Luz pagar as quotas em atraso e comprar o bilhete para o próximo jogo da (pré) Liga dos Campeões (já na Terça) e o bilhete de época para a SuperLiga. Para não variar, aconteceu-me o que sempre me acontece quando vou ao Estádio tratar de assuntos burocráticos. Venho de lá f***** pela desorganização do Clube. Desta vez descobri que o sistema informático que gere a venda de bilhetes não se encontra ligado em rede, ou seja, cada bilheteira funciona como um posto de venda autónomo, ou seja, eu como sócio, não consigo comprar para um lugar à minha escolha no Estádio. Estou limitado aos lugares que aquela bilheteira tem para vender. Para não me chatear mais, sou ‘obrigado’ a comprar para um sector que não queria. Gastam uma fortuna em informatizar as bilheteiras, mas não têm o sistema ligado em rede. Também não é possível o pagamento via Multibanco nem existe qualquer caixa automática em redor do estádio. Chego à conclusão que isto de ser benfiquista só pode ser um acto irracional, uma questão de coração. Felizmente que as Direcções mudam mas o Clube permanece.

terça-feira, agosto 03, 2004

O CÓDIGO DA VINCI

Estas férias serviram também para retomar um velho hábito, infelizmente, perdido, mas não esquecido, de leitura de livros. Resolvi comprar o best-seller ‘O Código Da Vinci' de Dan Brown. Foi um tiro no escuro, queria um livro para as férias e escolhi um que apresentava na capa a reprodução de uma das pinturas mais famosas do mundo, a Mona Lisa. Apesar de ainda não ter concluído a leitura do livro, posso afirmar que a escolha que fiz, apesar de aleatória, foi feliz. O romance tem prendido toda a minha atenção, não só pelo desenrolar da história em si, que começa com a morte do conservador do museu do Louvre, que relaciona o pagão com o religioso, que fala sobre códigos e sociedades secretas e que envolve a obra de Leonardo da Vinci com a Igreja Católica Romana e com a Opus Dei. Tomando como certos alguns pormenores revelados pelo autor do livro, resolvi efectuar uma pesquisa na Internet com o título da obra. Das várias referências que encontrei, houve algumas que chamaram a minha atenção pelo facto de provirem da mesma fonte (link). Dada a importância em desvalorizar dada por estes senhores a um simples romance e a polémica que já se instalou nos paises onde o livro foi publicado, confesso que estou curioso para ler o final da história. Assim que concluir a leitura, aqui voltarei para escrever as minhas impressões.

AGOSTO

Acabei de regressar de umas regeneradoras e relaxantes férias repartidas entre as praias da costa alentejana e da costa algarvia. Foram tão relaxantes, que o único momento de alguma emoção foi os 5 minutos em que fiquei preso no elevador do hotel. Correu tudo tão bem, que até o final das férias coincidiu com o início do mês de Agosto. É que por esta altura do ano, verifica-se um fenómeno engraçado: a densidade populacional do Algarve cresce na inversa proporção do nível de civismo dos seus veraneantes. Felizmente que já estou em Lisboa. É provavelmente (passe a publicidade) a melhor mês do ano para se trabalhar na capital.

domingo, julho 25, 2004

ESTADO EM QUE SE ENCONTRA O AUTOR DESTE BLOG:

a banhos numa praia da costa alentejana.
NOTAS BEDEFILAS 12

Obviamente, fui ao cinema ver o último do Homem-Aranha (Spider Man 2, no original). É uma das minhas personagens preferidas em BD e agora, pela mão de Sam Raimi, é uma das minhas personagens preferidas em cinema. Dado que o primeiro filme havia superado as expectativas (as minhas) contava agora que o segundo se mantivesse, no mínimo, no mesmo nível. Em jeito de antecipação, digo já que achei o filme excelente! Porventura, até melhor que o seu antecessor. A personagem do Doc Ock (interpretada por Alfred Molina), que apareceu pela primeira vez no n.º 3 da Amazing Spider Man, entra desde já para a galeria dos melhores vilões do cinema. Importante neste filme é também o respeito pelo espírito da obra em Banda Desenhada – o n.º 50 da Amazing Spider Man serve de fundo à história - com uma ou outra alteração, mas pouco relevantes. Acho que falta só um bocado mais de humor no Homem-Aranha. Excelente também a introdução de dois personagens, que virão a tornar-se inimigos do Homem-Aranha, se calhar já no próximo filme: o Dr. Curt Connors (Lagarto) e o filho de JJ Jameson (Man-Wolf). Excelentes efeitos especiais e deliciosos pormenores na história, fazem deste Homem-Aranha 2 uma boa ‘onda’ neste Verão. Servirá porventura para cativar novos leitores para as aventuras deste herói. De zero a dez, atribuo um oito.

PENSEI QUE FOSSE PIOR

Resolvi fazer aqui um teste e o resultado foi este:

6.25 %

My weblog owns 6.25 % of me.
Does your weblog own you?


Agora vou de férias com a pessoa que domina os restantes 93,75%: o meu 'puto' de 16 meses!
 

quinta-feira, julho 22, 2004

NOTAS BEDEFILAS 11

Boas novas! Hoje tive a agradável surpresa de descobrir que o Jornal de Noticias juntamente com a Editora Devir, deu inicio a (mais) uma publicação de uma colecção de 20 revistas de BD, desta vez, a colecção ULTIMATE HOMEM-ARANHA. A linha ULTIMATE (Marvel) explora um novo universo dos super-herois, actualizando as suas origens para os dias d hoje. Esta nova colecção dá-nos a conhecer o início das aventuras do Homem-Aranha em pleno século XXI. Eu que já conheço as aventuras pelas edições americanas recomendo: a não perder !

24 SOBRE 24

Fielmente todas as Quartas-Feiras, às 22:30, estou ligado no canal :2. É actualmente o meu único hábito televisivo. O motivo? ‘24’. Sem dúvida, a melhor série televisiva de momento. Já aqui tinha falado sobre esta série aquando da transmissão dos episódios da 1ª temporada. Vai agora na 2ª temporada. O único problema continua a ser transmissão semanal. É que em cada episódio, uma situação resolvida, desencadeia duas novas situações, e lá fico eu uma semana à espera para ver como é que a ‘coisa’ acaba. Parece uma droga, por cada dose de ‘24’ que consumo, fico necessitado de nova dose de ‘24’. Estou aqui, estou a encomendar a série completa em dvd para acabar com esta minha tele-dependência!

quarta-feira, julho 21, 2004

MENOS MIL PALAVRAS

Com tantas alterações no programa, era inevitável. Quando muito se mexe, pior fica. O Blogger, programa que utilizo, para escrever estas pequenas crónicas, decidiu introduzir (mais) umas modificações. Mas desta vez, os resultados foram desastrosos, pelo menos para mim como utilizador. Agora não consigo publicar imagens. Como não domino muito a linguagem html, não tenho volta a dar-lhe. As experiências que fiz resultaram num apagão do template do blog. Já nem me atrevo a tentar outra vez, dado o risco em apagar o próprio … blog!!! Portanto, algumas crónicas, de agora em diante, terão menos mil palavras, ou seja, serão desprovidas de qualquer imagem. Pelo menos até às proximas modificações.


sábado, julho 17, 2004

UM SINAL POSITIVO
 
Pedro Santana Lopes acaba de apresentar os nomes do seu Governo. Uma nota positiva, destaco desde já: o adeus a Manuela Ferreira Leite. Não faz falta nem deixa saudades! O seu sucessor, Bagão Felix, parece-me uma pessoa capaz  de fazer reformas onde as pessoas aparecem à frente dos números. Não começou mal! 

sexta-feira, julho 16, 2004

A VITÓRIA DA PUBLICIDADE
 
Após ter-me tornado especialista em zapping, onde raramente via mais de 30 segundos de anúncios televisivos, sou agora ‘obrigado’ não só a procura-los nos canais da televisão bem como os gravo em vídeo. O motivo? O meu filho de dezasseis meses. Só almoça e janta a ver anúncios. Está estabelecida cá em casa uma nova ordem no horário nobre da televisão. A sessão é preenchida com anúncios e nos intervalos lá vejo alguns segundos de noticiário. Alegrai-vos publicitários de todo o mundo. Venceram! 

terça-feira, julho 13, 2004

A CAMINHO DA PERFEIÇÃO

Estou quase, quase a entrar de férias! Vêm isto a propósito de uma conversa que tive no outro dia com os meus colegas de trabalho sobre ‘realização profissional’. Tudo começou quando afirmei que o trabalho não me realiza. Não me interpretem mal. Não me sentia realizado nem que tivesse o melhor emprego do mundo, seja ele qual fosse. Costumo dizer que trabalho por obrigação, o que não anda muito longe da verdade. Acho difícil encontrar motivação e realização em regras, rotinas, obrigações ou responsabilidades. Da conversa depreendi que nem todos gostavam de receber um ordenado para ficar em casa. Para mim era um ideal de vida. Acredito que no futuro nas sociedades perfeitas, o homem não trabalha. Tenho sempre presente as palavras do Prof. Agostinho da Silva, que dizia “que o homem não nasceu para trabalhar, nasceu para criar”. Ele estava perto da verdade. Felizmente para mim, a altura do ano em que o meu ideal de vida mais se aproxima da perfeição está quase a chegar. Estou quase a entrar de férias!

sábado, julho 10, 2004

UM ANO DEPOIS

A escrever, a escrever e já passou um ano desde que abri esta ‘janela para o mundo’. Comecei, chamando-lhe “admirável mundo novo” porque era disso mesmo que se tratava, de uma nova forma de comunicação que eu ainda não havia experimentado. Certo que assume mais a forma de monologo do que de dialogo, mas a escrita sempre foi um acto egoísta. Um ano depois, faço um balanço bastante positivo. Primeiro, porque desenvolvi em mim o gosto de escrever; segundo porque me surpreendi com a minha auto-disciplina, numa base regular, em aqui deixar impressões sobre o mundo que me rodeia; e por último, continuo hoje, com a mesma vontade escrever com que estava há um ano atrás. O meu agradecimento a todos os que tiveram, têm e terão a paciência de ler o que para aqui escrevo.
ORDEM NA BARRACA

Confesso que nunca esperei muito do ‘nosso’ Presidente, mas hoje subiu 5 pontos na minha consideração. Contra quase tudo e quase todos, pôs ‘ordem na barraca’. Não há eleições antecipadas. O Ferro Rodrigues, que na minha opinião pessoal se revelava um erro de casting do PS, aproveitou uma tradição iniciada pelo seu antecessor, ou seja, à primeira adversidade fugiu. Sorte para o PS, fortuna para o país; o Francisco Louçã, muita parra pouca uva, que já contava com um lugar ao sol, vai continuar assim a ‘penar’ mais dois anos, talvez a tocar campainhas de porta em porta; quanto ao Carlos Carvalhas, esse morto-vivo da política portuguesa, não acredito que o seu partido, eleitoralmente falando, ainda exista daqui a dois anos. Olhando agora em frente, espero que o Pais dê atenção a temas sérios. A propósito quando é que começa a Superliga?