quarta-feira, outubro 20, 2004

OS SUSPEITOS DO COSTUME



Numa demonstração de serviço público, quer o autor deste blogue, informar os seus leitores que passa hoje na TVI às 00.15 o filme “Os Suspeitos do Costume” de Bryan Singer. Mais informo que o visionamento deste filme é obrigatório para o currículo de qualquer cinéfilo que se preze. Para os mais observadores, não existe coincidências, o título do filme inspirou o nome deste blogue. Afinal trata-se de um dos meus filmes preferidos ou eu não estava para aqui a gastar letras do meu teclado.
Se a historia é brilhante, a magnifica interpretação de Kevin Spacey no papel de 'Verbal' Kint, valeu-lhe mesmo o Óscar para o melhor actor secundário. Acrescento ainda que este filme encontra-se em 18º lugar no TOP 250 dos melhores filmes votados no IMDB.
A excelente proposta da TVI apenas peca pela hora tardia a que se inicia. Mas se devido às aventuras do ‘Conde de White Castle’ que ocupam os ‘prime-time’ da programação, já nem o prof. Marcelo tem direito ao seu tempo de antena, o melhor nem é protestar é mesmo gravar. Eu, por mim, já sei que me vou deitar às duas e tal da manhã.

segunda-feira, outubro 18, 2004

NÃO MERECEMOS!

No rescaldo do jogo Benfica-Porto, não queria aqui escrever sobre futebol, porque já basta viver as emoções, quanto mais falar delas. Mas não resisto. Depois de ouvir a ‘palhaçada’ da conferência de imprensa pós-jogo dos responsáveis do Benfica, nomeadamente Filipe Vieira e José Veiga, não consigo evitar, porque não sei se nos julgam estúpidos ou são estúpidos por natureza! As provocações e as desculpas de sempre para encobrirem a incompetência. Primeiro sobre o jogo propriamente dito. Reconheço aqui a superioridade do futebol praticado pela equipa das Antas, pelo que não compreendo a necessidade daquele ‘roubo de igreja’. Vitórias assim não prestigiam os seus vencedores. Quanto ao ‘frango’-que-entrou-e-não-contou de Vítor Baia, apenas digo: razão tem Scolari!

Agora o que interessa, o Benfica. Perdoem a franqueza deste associado, mas o clube está uma merda! Voltou ao tempo da pedra, ou seja, é hoje a imagem do seu presidente, um construtor civil. Este em conjunto com o ‘pedreiro’ Veiga arrastam o nome do Benfica para ‘ajustes de contas’ pessoais e ridículos com Pinto da Costa, contratam vários jogadores que juntos não fazem um, contratam um reformado senil para treinador do clube, constituem um plantel de solteiros & casados que pouco sabe jogar à bola, conclusão: assim nunca havemos de ganhar nada! O Benfica está doente, sofre de um cancro tipo VV (Vieira & Veiga) que se instalou no seio do Glorioso. Costuma-se dizer que o primeiro passo para combater uma doença é reconhece-la que existe, pelo que pergunto para quando um diagnóstico? Se é verdade que hoje os sócios e simpatizantes do Benfica não mereciam a arbitragem que o jogo teve, também não é menos verdade que já há algum tempo o clube não merece os dirigentes que têm!

domingo, outubro 17, 2004

SLB, SLB, SLB!!!


PARTICIPAR!

Hoje levantei-me cedo e fui dar uma ‘corridinha’. Bem, a ‘corridinha’ foi de 6 quilómetros e chamava-se mini-maratona ribeirinha da Moita. Não me pareceu mal, passar mais uma manha de Domingo a correr, apesar de hoje não ter sentido muito bem. Demorei (tempo não oficial) cerca 35’ 06’’ a correr os seis mil metros. Não sei se foi do estômago cheio, ou das dores nos gémeos, ou de qualquer outra desculpa que arranjei para mim, mas efectuei um tempo completamente fora dos meus objectivos. Pior, se a parte física reclamou durante a prova, agora encontra-se a queixar-se. Continuo a correr atrás da forma física, o que me ‘obriga’, por enquanto, a correr sob a máxima ‘o importante é participar’!

sexta-feira, outubro 15, 2004

O VICIO DA PROIBIÇÃO

O Governo prepara um conjunto de medidas anti-tabagismo, entre as quais se encontra a proibição de venda de tabaco a menores de 18 anos. O que à primeira vista parece uma excelente medida, a mim soa-me a uma ‘americanização’ de leis, que passa sobretudo por proibições. Não compreendo esta tendência de importação de formas de pensar, quando a cultura, modos de vida e formas de estar europeus são completamente diferentes.

Se atendermos ao efeito prático da medida, vejo-a mais como uma desresponsabilização do Estado. Com uma simples lei, o Estado passa as responsabilidades para os donos dos cafés e de máquinas de tabaco quando devia investir na formação e na informação dos jovens; cria uma lei de efeito mediático e resultados duvidosos quando devia apostar na criação de condições e estruturas para que os nossos jovens pudessem desenvolver as suas capacidades físicas, intelectuais ou artísticas. Basta olhar para os grupos de rapazes e raparigas parados às portas das escolas, para perceber que quando não se têm anda para fazer, os cigarros aparecem sempre. Não percebo o porquê do atalho da proibição quando o caminho devia passar pela responsabilização.

E se fumar é um perigo real para a saúde e o combate ao tabagismo é para levar a sério, porque não se corta o ‘mal pela raiz’ e se proíbe definitivamente, não a comercialização ou a venda de tabaco, mas sim a produção de cigarros? Enquanto o Estado continuar a jogar dos dois lados, se por um lado proíbe, por outro continua a ser o maior beneficiário com a venda de tabaco, via impostos, estas leis destinam-se somente a transformar-nos numa sociedade de proibições, onde qualquer dia não haverá lugar para as liberdades individuais.

quinta-feira, outubro 14, 2004

VER FUTEBOL!

Fui Quarta-Feira a Alvalade para assistir ao que pensava ser um jogo de futebol de qualificação para o Mundial de 2006. Acabei por ver Portugal a fazer um jogo treino porque afinal, os responsáveis da selecção russa depois de assistirem ao último jogo de Portugal, resolveram apenas enviar uma equipa de reservas para dar conta do caso. Fizeram bem, porque se aquela equipa que jogou fosse a selecção principal, não havia memória para uma humilhação tão grande. Portugal esteve naqueles dias em que tudo corre bem. Quando isto acontece não há nada a fazer. Cria talvez a ilusão que somos os maiores do Mundo. E assim, as bestas passaram a bestiais. É por causa disto, que Portugal merece o público que têm e vice-versa. A mesma selecção que é humilhada pela equipa do Liechtenstein, teoricamente o adversário mais fácil do grupo de qualificação, é a mesma que humilha a selecção russa, teoricamente o adversário mais difícil do grupo de qualificação. É o problema das teorias! Eu fui ver o jogo, não pela selecção, porque afinal continuo descrente, sofro ainda do sindroma grego, mas pela rara oportunidade de ver ao vivo o ‘puto’ a jogar. Agora que o Rui Costa já não faz parte, a minha atenção vira-se para Cristiano Ronaldo. Com artistas destes à solta no relvado, nem quero saber de resultados. Quero é ver futebol!

segunda-feira, outubro 11, 2004

NOTAS BEDEFILAS 15




Quero aqui deixar o registo do cruzamento de duas formas de coleccionismo. Numa excelente iniciativa conjunta da Bedeteca de Lisboa e dos CTT – Correios de Portugal, foi lançada este mês uma emissão filatélica comemorativa dos “Heróis Portugueses de Banda Desenhada”. A feliz associação entre selos e banda desenhada traduz-se num excelente convite a descobrir não só a riqueza da filatelia portuguesa bem como o maravilhoso mundo da 9ª arte portuguesa.

No total foram escolhidos 8 heróis, quatro para selos individuais: Quim e Manecas (1915) de Stuart de Carvalhais, Simão Infante (1946) de Raul Correia e Eduardo Teixeira Coelho, Guarda Abília (1998) de Júlio Pinto e Nuno Saraiva e os quatro elementos que compõem A Pior Banda do Mundo (1999) de José Carlos Fernandes; e ainda para um bloco com quatro selos: Tomahawk Tom (1952) de Vítor Péon, o Espião Acácio (1977) de Fernando Relvas, Pitanga (1985) de Arlindo Fagundes e Jim del Monaco (1981) de António Simões e Luís Louro.

Segundo os responsáveis, os critérios definidos para a escolha destes heróis “foram a importância das personagens e dos autores na história da bd portuguesa e a abrangência de várias épocas, géneros, temáticas e estilos. Assim, foram escolhidos heróis divertidos, indómitos, ingénuos, inteligentes, desconcertantes, invencíveis ou, simples e surpreendentemente, humanos, bem humanos, tão próximos, afinal, das nossas vivências, dúvidas e problemas.”

domingo, outubro 10, 2004

O HOMEM DA MARATONA

Sem qualquer preparação, participei hoje numa mini-maratona de 10 quilómetros, entre Algés e Oeiras numa excelente organização da Câmara Municipal de Oeiras (os créditos são devidos!). Corri com mais dois amigos, um deles já quase um profissional do quilómetro. Tinha estabelecido como objectivo principal terminar a prova com um tempo próximo dos 50 minutos. Como jovem inconsciente que sou, achei que era bastante razoável. Afinal o tempo de referência que tinha (à volta dos 59 minutos mal contados) provinha da participação na mini-maratona de Lisboa (8 quilómetros) há dois anos atrás. Mas hoje, depressa descobri no ‘sarilho’ que me tinha metido. Por volta do quilómetro quatro, apercebi-me que o meu principal adversário não era o cronómetro, o receio da chuva, os meus amigos ou sequer os restantes participantes. O meu principal adversário era eu próprio. Durante grande parte da corrida, lutei num plano psicológico contra a minha vontade física de parar e simplesmente concluir a prova a andar. Ainda não percebi onde fui buscar forças para ter feito a prova sempre a correr. Hoje posso dizer que testei os meus limites. Aproveitei tudo para me motivar, a vista da marginal, as participantes femininas, os placares com as indicações dos quilómetros percorridos, os abastecimentos e os incentivos das pessoas que assistiam à prova. O alívio e a alegria que senti quando passei na linha de chegada não consigo traduzir por palavras. Nunca suei tanto por uma t-shirt. Corri 10 mas pareceram-me 42 quilómetros. Senti-me um homem da maratona. E se calhar tomei-lhe o gosto. Resolvi que vou participar de forma mais regular, juntamente com os meus amigos, nas próximas provas que se realizarem aqui em Lisboa e arredores. Mas aprendi a lição, vou-me preparar devidamente. O importante é participar, mas não quero ‘morrer’ a meio da prova. For the record deixo aqui a indicação que a minha participação foi cronometrada com o tempo oficial de 58’14’’

A título de curiosidade, o título deste 'post' foi roubado de um excelente filme realizado por John Schlesinger em 1976 e que conta com a participação de Dustin Hoffman!

sábado, outubro 09, 2004

PARA ONDE VAIS PORTUGAL?

O ridículo passou a ser incontornável, porque infelizmente, para nós, portugueses, transformou-se em ‘caso nacional’. Eu mantenho a minha convicção que tudo isto não passa de, mais um, “jogo político” de Marcelo Rebelo de Sousa, porque caso contrário porquê o silêncio?

Veículos de informação independentes onde possa exercer liberdade total de expressão para esclarecer toda esta situação, não lhe faltam, mas isso também não lhe interessa, porque afinal Portugal já ‘embarcou’ em mais um ‘quase obsceno’ e ridículo ‘fait-divers’. Com a colaboração do Presidente da Republica, das televisões, das primeiras páginas de jornais e dos comentários daqueles que não querem ser esquecidos, resulta melhor para os interesses particulares do professor, quinze dias de silêncio do que quatro anos de comentários.

O problema que se coloca é a falta de lucidez dos ‘nossos’ governantes para verem que as prioridades do país passaram para segundo plano. A combate à pobreza que afecta dois milhões de portugueses, à incompetência que grassa na Educação, à privatização da Saúde ou ainda a falta de meios para um combate eficaz ao paraíso fiscal em que Portugal se transformou, são pormenores quando comparados com o ‘caso’. Portugal vive para os ‘casos’, sejam eles do mundo da política ou do futebol. Desta vez, serviu também, para revelar, mais uma vez, a inaptidão dos ‘nossos’ políticos para serem dignos representantes da Republica. Portugal continua sem rumo!

Chegamos a um ponto, que se por azar o território de Portugal continental se desprendesse da Península Ibérica, ficaríamos perdidos ao sabor de ventos e marés, à deriva em pleno Oceano Atlântico, tal a falta que nos fazem políticos sérios, homens de antigamente!

quinta-feira, outubro 07, 2004

CRITICA AO CRITICO

Há muito que já tinha desistido de ouvir aquele monólogo aos Domingos no Jornal da Noite da TVI, porque achava que faltava ali alguém que dissesse ao Professor que quando teve a oportunidade de pôr em prática o que defende na teoria, ele tinha falhado. Liberdade de expressão, falta de? Não acho! Afinal a TVI (ainda) é uma empresa privada e Portugal é (ainda) uma democracia. O problema é: quem critica não gosta de ser criticado! Em tempos de renovação, o Martelo foi-se!

terça-feira, outubro 05, 2004

A VILA



Evitei ler qualquer coisa escrita sobre o filme. Não queria ser influenciado e não gosto de fazer exercícios mentais a imaginar desfechos. Assim retiro um maior prazer de finais surpreendentes e coerentes. M. Night Shyamalan é um realizador que já me habitou a isso. Por esse motivo aprecio a sua obra. O seu último filme ‘A Vila’ (‘The Village’ na versão original) é mais um perfeito exemplo seu enorme talento como argumentista e realizador. O filme é excelente! Uma história bem conseguida sobre os ‘nossos medos’ com um final surpreendente, mais uma vez.

Confesso, no entanto, que esperava um filme dito ‘assustador’, estava talvez, influenciado pelo trailer que já tinha visto. A sensação que fiquei apontava para um filme de terror puro. Não é o caso. O que não impede que não seja um excelente filme, com o habitual "twist", na linha do que o realizador já nos tinha habituado. Nada se perde. As emoções estão lá e o jogo de cores amarelo/encarnado só reforçam a ideia. Para não correr o risco de escrever de mais, destaco só as interpretações de Bryce Dallas Howard (Ivy Walker) e Adrien Brody (Noah Percy). Atribuo ao filme a nota de 8 em 10. Recomendo vivamente!
DE VOLTA

Estou de regresso a estas lides bloguistas, após alguns dias de afastamento não intencional. O meu problema é eterno: os dias no planeta Terra não têm 48 horas, logo tenho falta de tempo. Confesso que tambem sempre tive uma grande dificuldade em lidar com 'o' tempo. Tudo o que resulta de relógios, prazos, horários desperta em mim uma animosidade inexplicável. Acho que não é defeito, é feitio! Bem, estou de volta!

segunda-feira, setembro 27, 2004

THE FORCE



Cometi a minha loucura mensal. Passei na FNAC e paguei € 69,95 pela trilogia ‘Guerra das Estrelas’ acabadinha de sair em dvd (4 discos, incluindo um de extras). Era impossível não comprar. Em miúdo, fui apanhado pelo poder da Força, quando vi ‘O Regresso de Jedi’. Lembro-me de ter ficado deslumbrado com todo aquele mundo de naves espaciais e sabres de luz. Foi o primeiro filme que vi da saga e logo fiquei conquistado. Desde então, já vi e revi todos os filmes várias vezes. Agora surgiu a oportunidade de possuir um bocado da história do cinema em suporte digital. Poderia lá resistir. Há pessoas que guardam bocados da história sob a forma de pedras provenientes do Muro de Berlim, eu tenho a trilogia ’Star Wars’ em suporte quase eterno. Agora vêm a parte mais difícil: arranjar tempo disponível e suficiente para (re)ver os episódios 4, 5 e 6 de seguida. O espírito da Força vai-se sentir cá em casa!

O CASTIGO

Hoje fui ao castigo! Para quem não percebe nada disto, isto significa que fui ver o Benfica jogar no Estádio da Luz. Acreditem que não há pior castigo. A equipa parece um grupo de amigos que se reúne ao Domingo para dar pontapés numa bola; eu com o meu grupo de amigos na futebolada que fazemos às Terças-feiras, temos mais ‘cultura táctica’ (gosto desta expressão!) que todo o plantel do Benfica. Ainda tenho que ir assistir a um treino do Trapattoni para ver como é que passam o tempo. Prometo se chegarmos a ser campeões nacionais, começo a acreditar que Deus existe!
Para já, daqui a 15 dias recebemos o FC Porto, vamos lá a ver se é só castigo ou se inclui levarmos uma sova!!!

domingo, setembro 26, 2004

O ATLETA

Corre-se hoje a Meia-Maratona de Lisboa, entre a Ponte Vasco da Gama e o Parque das Nações. O que proporciona a altura ideal para contar uma história sobre esforço, dedicação e glória. Há praticamente um ano atrás, na anterior edição, quando os atletas que seguiam na cabeça da corrida se aproximavam da Avenida D. João II, aqui no Parque das Nações, para a qual o meu apartamento tem uma vista privilegiada, avisto um homem a correr isoladamente pela rua abaixo que conduz à rotunda. Por momentos fiquei espantado por pensar como seria possivel um atleta branco 'bater’ os atletas quenianos. Mas depressa desfiz as dúvidas. O rolo de fita amarela que trazia consigo, debaixo do braço, identificava-o como pertencente à organização do evento. De imediato começou a isolar todas as vias de acesso à rotunda e à avenida, que até então estavam abertas ao trânsito e a delimitar 'na hora' o percurso da corrida. A confusão causada foi indescritível. O buzinão que se seguiu só deve ter tido paralelo no da ponte sobre o Tejo à uns anos atrás. O diligente funcionário da (des)organização havia bloqueado completamente todas as vias de circulação automóvel na avenida principal e adjacentes. Alguns minutos depois, surgem então os primeiros corredores, quenianos por sinal, entre os quais estava o vencedor da corrida. Mais tarde, finalmente lá apareceu a polícia para estabelecer a ordem e a circulação do trânsito por vias alternativas de forma a não prejudicar a corrida.
Ainda hoje penso, na ‘barracada’ que teria sido se aquele ‘atleta’ branco não tivesse chegado primeiro que os quenianos!!!

sexta-feira, setembro 24, 2004

VERTIGO



Ouvi hoje na rádio “Vertigo” a primeira música retirada do novo álbum dos U2 “How To Dismantle An Atomic Bomb” (curioso nome para um album!). Excelente som! Os rapazes continuam em forma! Finalmente, a melhor banda de rock do mundo está de volta!!!

quinta-feira, setembro 23, 2004

SERVIÇO PÚBLICO, VIOLAÇÃO DO SEGREDO DE JUSTIÇA OU ADELINO SALVADO NO SEU MELHOR?

Sem malícia, roubei O link a este blog.
MUITO BOA ONDA!!!

Bem, eu hoje não acabo de alimentar este espaço. As novidades parecem cogumelos, aparecem de todo o lado. Então não é que ao consultar a nova grelha da SIC Radical para saber quando é que passam os episódios da Gallatica, dou de caras com isto. 180 dele!!!! É desta que passo a SIC Radical para a posição 1 do televisor!

QUEREM VER QUE É DESTA?

Ano após ano, nasce a esperança, alimenta-se a esperança e depois passados alguns meses, deixamo-la morrer. E assim tem sido nos últimos dez anos. Porquê? Porque o homem é um ser 90% emocional e 10% racional. Não há anda a fazer! E assim, este ano não começou de forma diferente dos anteriores. Gostava muito que fosse, mas no fundo, no fundo sei que não vai ser. Mas será assim?
Então não é que passadas três jornadas, o Benfica já tem 6 pontos de avanço sobre lagartos e dragões. Apresenta mais golos marcados e menos golos sofridos que os seus rivais. É que nem tenho na memória a última vez que isto aconteceu. Querem ver que este ano as coisas afinal vão ser diferentes? Querem ver que é desta que o Benfica é Campeão? Eu sei que ainda é cedo para os foguetes e que o “velho” não parece ter ‘forças para levar água ao moinho’, mas ... como dizia o outro “deixem-me sonhar!”

quarta-feira, setembro 22, 2004

A CULPA É DO COMPUTADOR!

Tenho vindo a acompanhar, de forma estupefacta, esta novela de incompetências e irresponsabilidades que têm sido a colocação de professores para o ano lectivo de 2004(será?)/2005. E por fim, quando já pensava que a culpa ia, mais uma vez, morrer solteira, voilá, os nossos governantes lá identificam o responsável. O culpado afinal foi o computador! De imediato foi demitido das suas funções e substituído pelo papel e lápis. Mais nada! E assim, em pleno século XXI, Portugal está de volta ao carvão!
Tudo isto lembra-me uma história passada com o meu avô, quando há uns anos atrás teve de passar uma manhã inteira ao balcão do seu banco para resolver um problema relacionado com a sua conta bancária. Após se verificar que a situação havia sido causada por erro do próprio banco, a diligente funcionária logo se desculpou afirmando que “a culpa afinal tinha sido do computador”.
Pergunta imediata do meu avô:
- Do computador ou da besta que trabalha com o computador?