ALIVIADO!
Continuam as 'revoluções'. Agora vou mudar de local de trabalho. Esta mudança para novas (usadas) instalações, proporciona uma excelente oportunidade para enfrentar aqueles ‘monstros’ (leia-se sebentas, circulares, ofícios, diários da republica, informações, relatórios, etc, etc) que vivem dentro do meu armário e em cima da minha secretária. É impressionante como nos apegamos ao papel! Finalmente, aquela limpeza que prometi a mim mesmo, vai agora ser concretizada. Confesso que não gosto de mudanças (empacotar tudo, desempacotar tudo) mas a visão de deixar para trás cerca de 2/3 da papelada acumulada nos últimos anos, deixa-me bastante aliviado!
terça-feira, novembro 23, 2004
'FADO' DO LAR
Resolvi dedicar-me ao lar, pelo que agora ando ocupado a fazer revoluções (leia-se arrumações) cá em casa. Concluí que as soluções provisórias que habitavam o escritório (nome pomposo para uma assoalhada com oito metros quadrados) tinham chegado ao fim da sua vida útil. Finalmente as minhas colecções de banda desenhada ganharam um espaço próprio. A partir de agora ao passar a porta do escritório entro no mundo de fantasia (leia-se muita bd) e num mundo virtual (leia-se Internet). Devido a isto tudo, não tenho tipo tempo de 'alimentar' este bichinho (leia-se blog). E tantas coisas que eu tinha para dizer, a começar pelo Benfica.
Resolvi dedicar-me ao lar, pelo que agora ando ocupado a fazer revoluções (leia-se arrumações) cá em casa. Concluí que as soluções provisórias que habitavam o escritório (nome pomposo para uma assoalhada com oito metros quadrados) tinham chegado ao fim da sua vida útil. Finalmente as minhas colecções de banda desenhada ganharam um espaço próprio. A partir de agora ao passar a porta do escritório entro no mundo de fantasia (leia-se muita bd) e num mundo virtual (leia-se Internet). Devido a isto tudo, não tenho tipo tempo de 'alimentar' este bichinho (leia-se blog). E tantas coisas que eu tinha para dizer, a começar pelo Benfica.
sexta-feira, novembro 19, 2004
quarta-feira, novembro 17, 2004
SIC
Com as alterações efectuadas pela TV Cabo nos canais de televisão, aproveitei a ‘onda’ e reposicionei os canais da minha televisão. Como não sigo a posição definida pela TV Cabo, situei depois dos quatro canais generalistas, os meus preferidos de momento, que curiosamente pertencem todos ao universo SIC: Radical, Mulher e Comédia. Para quem não se identifica com as programações feitas à base de telenovelas ‘ao cubo’ e de malucos do riso (amarelo, acrescento eu), os excelentes Daily Show, Jay Leno, Conan O’Brien ou Oprah e ainda os memoráveis Seinfeld, Battlestar Galáctica, Quem Sai Aos Seus ou mesmo Dragon Ball Z são uma bênção e uma autêntica lufada de ar fresco na poeirenta programação das nossas televisões. O curioso disto tudo é o facto de eu, actualmente, não perder um minuto com a programação da SIC generalista e gastar horas a ver os programas das restantes SIC’s. Ai se eu fosse Director de Programas desta estação!
Com as alterações efectuadas pela TV Cabo nos canais de televisão, aproveitei a ‘onda’ e reposicionei os canais da minha televisão. Como não sigo a posição definida pela TV Cabo, situei depois dos quatro canais generalistas, os meus preferidos de momento, que curiosamente pertencem todos ao universo SIC: Radical, Mulher e Comédia. Para quem não se identifica com as programações feitas à base de telenovelas ‘ao cubo’ e de malucos do riso (amarelo, acrescento eu), os excelentes Daily Show, Jay Leno, Conan O’Brien ou Oprah e ainda os memoráveis Seinfeld, Battlestar Galáctica, Quem Sai Aos Seus ou mesmo Dragon Ball Z são uma bênção e uma autêntica lufada de ar fresco na poeirenta programação das nossas televisões. O curioso disto tudo é o facto de eu, actualmente, não perder um minuto com a programação da SIC generalista e gastar horas a ver os programas das restantes SIC’s. Ai se eu fosse Director de Programas desta estação!
CASA NOVA
Volta não volta e o template do meu blog desaparece. Ainda não percebi se o problema é do Blogger ou não, mas não tarda nada, faço a mala e estou a mudar de 'casa'. Como quem não quer a 'coisa', começei por registar o nome no novo sítio. Grão a grão...
Volta não volta e o template do meu blog desaparece. Ainda não percebi se o problema é do Blogger ou não, mas não tarda nada, faço a mala e estou a mudar de 'casa'. Como quem não quer a 'coisa', começei por registar o nome no novo sítio. Grão a grão...
sexta-feira, novembro 12, 2004
MUNDO MELHOR
Ontem morreu um homem que era ao mesmo tempo um terrorista e um ditador. Quando vi a noticia sobre os milhões e milhões de dolares que tinha desviado para as suas contas bancárias particulares e confrontei com a sua entrevista onde lamentava que 75% do seu ‘povo’ na Faixa de Gaza e 50% na Cisjordânia viviam no limiar da pobreza, pensei que a Morte, desta vez, havia sido generosa. Quando desci à rua, o ar estava mais puro e o Mundo pareceu-me um lugar melhor para se viver.
Ontem morreu um homem que era ao mesmo tempo um terrorista e um ditador. Quando vi a noticia sobre os milhões e milhões de dolares que tinha desviado para as suas contas bancárias particulares e confrontei com a sua entrevista onde lamentava que 75% do seu ‘povo’ na Faixa de Gaza e 50% na Cisjordânia viviam no limiar da pobreza, pensei que a Morte, desta vez, havia sido generosa. Quando desci à rua, o ar estava mais puro e o Mundo pareceu-me um lugar melhor para se viver.
quarta-feira, novembro 10, 2004
NOTAS BEDEFILAS 19
Terminado o FIBDA’2004 é altura ideal para fazer um balanço geral sobre o festival deste ano. Infelizmente para mim, não pude visitar o certame tantas vezes quantas as desejaria, o que não impossibilitou que percorresse as várias salas de exposição. Destaco desde já a sala dedicada à arte de Gradimir Smudja, com principal ponto de interesse as pranchas originais do excelente álbum ‘Vincent e Van Gogh’. Tal como nos quadros do pintor, também aqui a cor dominava em todos os desenhos. Surpreendentemente ou talvez não, algumas das pranchas em exibição encontravam-se à venda por preços que variavam entre os 600 e os 900 euros. Gostava muito, mas fica para uma próxima vez. Gostei também da exposição dedicada a autores flamengos. Johann De Moor foi um dos autores presentes na sessão de autógrafos. A exposição “100 Bd’s do Século XX” assentava numa ideia gira, mas na minha opinião pecava pela forma como estava exposta em colunas. Os textos que acompanhavam cada uma das personagens estavam bons, os objectos nem por isso. Destaco também o sopro de vida da editora Meriberica, com o lançamento de um novo álbum com a segunda parte das aventuras de Blake e Mortimer em “Os Sarcófagos do 6º Continente, Tomo 2 – Duelo de Espíritos”. Encontra-se ali à espera para ser lido. No geral, o festival não foi um grande festival, mas foi um acontecimento simpático, em linha com os últimos anos. O espaço ainda não é o ideal e faltava se calhar mais iniciativas para os dias de semana e uma maior divulgação das obras dos autores presentes, nacionais e estrangeiros. Também vinha a calhar era a recuperação da ‘velha’ fábrica da cultura para os futuros festivais. Quero aqui agradecer a atenção de José Ferreira da organização do FIBDA, que me enviou (a tempo) um e-mail com informação sobre o Festival. Até para o ano!
Terminado o FIBDA’2004 é altura ideal para fazer um balanço geral sobre o festival deste ano. Infelizmente para mim, não pude visitar o certame tantas vezes quantas as desejaria, o que não impossibilitou que percorresse as várias salas de exposição. Destaco desde já a sala dedicada à arte de Gradimir Smudja, com principal ponto de interesse as pranchas originais do excelente álbum ‘Vincent e Van Gogh’. Tal como nos quadros do pintor, também aqui a cor dominava em todos os desenhos. Surpreendentemente ou talvez não, algumas das pranchas em exibição encontravam-se à venda por preços que variavam entre os 600 e os 900 euros. Gostava muito, mas fica para uma próxima vez. Gostei também da exposição dedicada a autores flamengos. Johann De Moor foi um dos autores presentes na sessão de autógrafos. A exposição “100 Bd’s do Século XX” assentava numa ideia gira, mas na minha opinião pecava pela forma como estava exposta em colunas. Os textos que acompanhavam cada uma das personagens estavam bons, os objectos nem por isso. Destaco também o sopro de vida da editora Meriberica, com o lançamento de um novo álbum com a segunda parte das aventuras de Blake e Mortimer em “Os Sarcófagos do 6º Continente, Tomo 2 – Duelo de Espíritos”. Encontra-se ali à espera para ser lido. No geral, o festival não foi um grande festival, mas foi um acontecimento simpático, em linha com os últimos anos. O espaço ainda não é o ideal e faltava se calhar mais iniciativas para os dias de semana e uma maior divulgação das obras dos autores presentes, nacionais e estrangeiros. Também vinha a calhar era a recuperação da ‘velha’ fábrica da cultura para os futuros festivais. Quero aqui agradecer a atenção de José Ferreira da organização do FIBDA, que me enviou (a tempo) um e-mail com informação sobre o Festival. Até para o ano!
OS “GATOS”
Lisboa, ontem, foi testemunha de um acontecimento impar: fui assistir pela primeira vez a um musical. Concretamente, fui ver “Cats” naquela que é, na minha opinião, a pior sala de espectáculos do país, o Coliseu de Lisboa. Confesso, que na posse de todas as minhas faculdades, não troco um confortável lugar de uma sala de cinema pela cadeira do camarote de um teatro. Mas ontem cedi e acedi a ir ver ‘o’ musical. Afinal, os números não enganam: 50 milhões de espectadores, 21 anos em palco. Mas deve ser defeito meu, porque na primeira parte do espectáculo só não dormi uma boa soneca porque a cadeira era desconfortável e o bilhete foi caro. A segunda parte já se viu melhor, mas confesso que no global esperava um melhor espectáculo, talvez com mais história e mais movimento, ou seja, não fiquei ‘convertido’. Não me interpretem mal, “Cats” é um espectáculo com bons artistas com umas vozes fantásticas, o guarda-roupa é excelente e o jogo de luzes transforma completamente o cenário. Eu, definitivamente, é que sou ‘alérgico’ a musicais!
Lisboa, ontem, foi testemunha de um acontecimento impar: fui assistir pela primeira vez a um musical. Concretamente, fui ver “Cats” naquela que é, na minha opinião, a pior sala de espectáculos do país, o Coliseu de Lisboa. Confesso, que na posse de todas as minhas faculdades, não troco um confortável lugar de uma sala de cinema pela cadeira do camarote de um teatro. Mas ontem cedi e acedi a ir ver ‘o’ musical. Afinal, os números não enganam: 50 milhões de espectadores, 21 anos em palco. Mas deve ser defeito meu, porque na primeira parte do espectáculo só não dormi uma boa soneca porque a cadeira era desconfortável e o bilhete foi caro. A segunda parte já se viu melhor, mas confesso que no global esperava um melhor espectáculo, talvez com mais história e mais movimento, ou seja, não fiquei ‘convertido’. Não me interpretem mal, “Cats” é um espectáculo com bons artistas com umas vozes fantásticas, o guarda-roupa é excelente e o jogo de luzes transforma completamente o cenário. Eu, definitivamente, é que sou ‘alérgico’ a musicais!
CÁ ESTOU EU...
Após alguns dias de ausência, verifico que inexplicavelmente o meu espaço de opinião desapareceu!!! Sofreu um black-out!!! Querem ver que estou a ser pressionado para ‘moderar’ os meus posts? (lol !) Vai-me dar algum trabalho para recuperar o que aqui estava, sendo que o principal problema são os links dos meus blogs preferidos, mas nada se perde. Password alteradas, não vá o diabo tece-las e estou de volta (espero!). O que não me mata deixa-me mais forte!
Após alguns dias de ausência, verifico que inexplicavelmente o meu espaço de opinião desapareceu!!! Sofreu um black-out!!! Querem ver que estou a ser pressionado para ‘moderar’ os meus posts? (lol !) Vai-me dar algum trabalho para recuperar o que aqui estava, sendo que o principal problema são os links dos meus blogs preferidos, mas nada se perde. Password alteradas, não vá o diabo tece-las e estou de volta (espero!). O que não me mata deixa-me mais forte!
sexta-feira, novembro 05, 2004
A VERDADE ESCONDIDA
Mais um jogo importante (UEFA!), mais uma derrota (3-0!!) do meu clube. Confesso que desta vez já estava à espera, mas não por números tão exagerados. Este Benfica mostra-se incapaz de vencer jogos com equipas do seu campeonato, mas enquanto a comunicação social for cúmplice (por omissão) e entrar em euforias com as vitórias da equipa sobre os ‘orientais’ da nossa SuperLiga, o que ‘salta à vista’ vai permanecer escondido. Eu, como associado faço a minha parte, escrevo aqui o que vejo, na minha opinião, o Benfica não têm equipa, não têm treinador e nem sequer têm presidente. Estamos a precisar de ventos de mudança. Suspeito que, infelizmente, o tempo há-de me dar razão!
Mais um jogo importante (UEFA!), mais uma derrota (3-0!!) do meu clube. Confesso que desta vez já estava à espera, mas não por números tão exagerados. Este Benfica mostra-se incapaz de vencer jogos com equipas do seu campeonato, mas enquanto a comunicação social for cúmplice (por omissão) e entrar em euforias com as vitórias da equipa sobre os ‘orientais’ da nossa SuperLiga, o que ‘salta à vista’ vai permanecer escondido. Eu, como associado faço a minha parte, escrevo aqui o que vejo, na minha opinião, o Benfica não têm equipa, não têm treinador e nem sequer têm presidente. Estamos a precisar de ventos de mudança. Suspeito que, infelizmente, o tempo há-de me dar razão!
terça-feira, novembro 02, 2004
F@#% AMÉRICA!
A América está a votos. A acreditar nas sondagens, aparentemente a escolha não é fácil para os americanos. Do outro lado do Oceano, tem de escolher entre um ignorante ou um ‘vira-casacas’. Deste lado do Ocenao, a questão coloca-se entre um mundo pior ou um mundo menos mau. Não voto, mas tenho preferência pelo marido da ‘portuguesa’. Não por acreditar que vá ser um excelente presidente, afinal estamos a tratar das presidenciais americanas, mas porque aparentemente parece-me ser o menos mau dos dois. A política do “what is our oil doing under their soil” do (ainda) actual presidente é para mim, mais que suficiente para perceber que, neste caso, uma mudança é benéfica para todos. O problema principal passa pelo facto da 'decisão' se encontrar nas mãos de um povo que se por um lado apoiam a politica militar do actual presidente, por outro lado não sabem indicar o Iraque no mapa; se por um lado derrubam um ditador, por outro lado criam ninhos de terroristas; se por um lado contribuem com cerca de 25% do total das emissões de dióxido de carbono para a atmosfera, por outro lado recusam-se a rectificar o protocolo de Quioto; se por um lado dominam no mundo da informática e das novas tecnologias, por outro lado ainda votam através de cartões perfurados; se por um lado votam maioritariamente num candidato, por outro lado podem ter como presidente o candidato menos votado. E são estes eleitores que decidem por todos nós. Infelizmente, estamos assim: a América vota e o resto do Mundo sofre em silêncio. Apetece-me citar uma frase do cartaz do filme “Alien vs Predator”: ganhe quem ganhar, nós perdemos! É assim que eu vejo estas eleições. Fuck América!
A América está a votos. A acreditar nas sondagens, aparentemente a escolha não é fácil para os americanos. Do outro lado do Oceano, tem de escolher entre um ignorante ou um ‘vira-casacas’. Deste lado do Ocenao, a questão coloca-se entre um mundo pior ou um mundo menos mau. Não voto, mas tenho preferência pelo marido da ‘portuguesa’. Não por acreditar que vá ser um excelente presidente, afinal estamos a tratar das presidenciais americanas, mas porque aparentemente parece-me ser o menos mau dos dois. A política do “what is our oil doing under their soil” do (ainda) actual presidente é para mim, mais que suficiente para perceber que, neste caso, uma mudança é benéfica para todos. O problema principal passa pelo facto da 'decisão' se encontrar nas mãos de um povo que se por um lado apoiam a politica militar do actual presidente, por outro lado não sabem indicar o Iraque no mapa; se por um lado derrubam um ditador, por outro lado criam ninhos de terroristas; se por um lado contribuem com cerca de 25% do total das emissões de dióxido de carbono para a atmosfera, por outro lado recusam-se a rectificar o protocolo de Quioto; se por um lado dominam no mundo da informática e das novas tecnologias, por outro lado ainda votam através de cartões perfurados; se por um lado votam maioritariamente num candidato, por outro lado podem ter como presidente o candidato menos votado. E são estes eleitores que decidem por todos nós. Infelizmente, estamos assim: a América vota e o resto do Mundo sofre em silêncio. Apetece-me citar uma frase do cartaz do filme “Alien vs Predator”: ganhe quem ganhar, nós perdemos! É assim que eu vejo estas eleições. Fuck América!
sexta-feira, outubro 29, 2004
NOTAS BEDEFILAS 18
Por Toutatis! Asterix e Obelix fazem hoje 45 anos. Criados pela dupla René Goscinny e Albert Uderzo, estes heróis gauleses de banda desenhada surgiram pela primeira vez nas páginas da revista “Pilote” com as aventuras de “Asterix, o Gaulês”. Com mais de 300 milhões de álbuns vendidos em todo o mundo, a base do sucesso destes personagens é uma ‘poção mágica’ de muita criatividade e bastante humor. Em Portugal, com a recente passagem dos direitos da Meribérica para a ASA, a data será comemorada com a reedição de todos os títulos, os primeiros dos quais, já em Novembro. De salientar, o pormenor das primeiras edições de cada álbum terão um selo branco de certificação e respectiva numeração (de I a MMM) na última página. Mas a edição mais esperada é "Astérix e o Regresso dos Gauleses", título inédito em português que chega também em Novembro às livrarias e que reúne histórias curtas - a maior parte ainda escritas por Goscinny - que foram sendo publicadas em várias revistas francesas desde a década de 1960. Um novo álbum, só deverá chegar às livrarias daqui a um ano e do qual Uderzo apenas revelou que "possivelmente o bardo não será amarrado e amordaçado no banquete final".
Por Toutatis! Asterix e Obelix fazem hoje 45 anos. Criados pela dupla René Goscinny e Albert Uderzo, estes heróis gauleses de banda desenhada surgiram pela primeira vez nas páginas da revista “Pilote” com as aventuras de “Asterix, o Gaulês”. Com mais de 300 milhões de álbuns vendidos em todo o mundo, a base do sucesso destes personagens é uma ‘poção mágica’ de muita criatividade e bastante humor. Em Portugal, com a recente passagem dos direitos da Meribérica para a ASA, a data será comemorada com a reedição de todos os títulos, os primeiros dos quais, já em Novembro. De salientar, o pormenor das primeiras edições de cada álbum terão um selo branco de certificação e respectiva numeração (de I a MMM) na última página. Mas a edição mais esperada é "Astérix e o Regresso dos Gauleses", título inédito em português que chega também em Novembro às livrarias e que reúne histórias curtas - a maior parte ainda escritas por Goscinny - que foram sendo publicadas em várias revistas francesas desde a década de 1960. Um novo álbum, só deverá chegar às livrarias daqui a um ano e do qual Uderzo apenas revelou que "possivelmente o bardo não será amarrado e amordaçado no banquete final".
quarta-feira, outubro 27, 2004
NOTAS BEDEFILAS 17
Apesar de ter escrito este texto no Domingo, a força das circunstâncias só agora me permitiu publica-lo. A critica continua actual!
Impressões sobre um festival:
Aproveitei o Domingo chuvoso para me aventurar nas estradas da Amadora em busca do festival de Banda Desenhada que decorre naquela cidade. Apesar de ter-me deslocado de carro, não foi difícil dar com a estação de Metro da Falagueira. A organização esmerou-se na colocação de palcas a indicar o local! Fácil estacionamento e entrei no mundo da fantasia.
Agradável surpresa foi a oferta do bilhete logo à entrada. Segundo me informaram, uma decisão da organização face a alguns problemas (não especificados) que haviam surgido. Desconfiado, entrei. Se calhar por não estar muita gente, o espaço destinado ao festival pareceu-me amplo e arejado, mas após alguns minutos na fila para autógrafos deu logo para reparar que as condições não são assim tão boas. A falta de ar condicionado ou de janelas para o exterior aliado às luzes de holofotes, transformou a sala central numa verdadeira sauna. Queixavam-se os autores e os leitores. Entre os autores, destaco a presença de Achdé e de Gerra, os novos autores, desenhador e argumentista respectivamente, de Lucky Luke, que tiveram a gentileza de me assinar o novo álbum do cowboy solitário “Lucky Luke no Quebeque”, um lançamento das Edições Asa. Não posso deixar de referir a ‘pujança’ do stand desta editora que se afirma cada vez mais como uma líder no mercado de banda desenhada, num ambiente de absoluto contraste com o triste stand da ‘moribunda’ Meribérica-Liber. Esta, mais uma vez não lançou qualquer álbum novo, digno de registo, apesar dos títulos que ainda mantêm ‘em carteira’, nomeadamente a série ‘Blueberry’. A imagem dos dois stands, localizados frente-a-frente, dá-nos uma imagem bastante forte de quem manda actualmente na Banda Desenhada em Portugal. Rei morto, rei posto!
Uma nota negativa foi a falta de pagamento por Multibanco. Num festival desta dimensão, onde as editoras, supostamente, aproveitam para lançar novos títulos e recuperar outros, esta falaha revela algum 'amadorismo' da organização. Está bem que existe uma caixa Multibanco à entrada, mas nunca fiando, o melhor é mesmo levar a carteira cheia de ‘verdes’. Como passei metade do tempo na conversa com pessoas amigas e a outra metade nas filas para autógrafos (Johann de Moor, Seth Fisher, Ricardo Leniers e José Carlos Fernandes) não vi qualquer exposição. Fica marcada para uma segunda visita, afinal nunca se deve ver tudo numa primeira vez.
Mas o pior estava para chegar: no final, quando me preparava para me vir embora e solicitei um programa do festival para os 15 dias, informaram-me que não havia. Distracção ou desorganização? Assim, desconheço quais os autores que vão estar presentes nos fins-de-semana seguintes. Mais, Quando perguntei pelo WC, fui de novo surpreendido. Disseram que não havia e que deveria utilizar as instalações sanitárias existentes um piso abaixo na estação de metro. Percebi então, no final da minha visita, o porquê de me terem oferecido a entrada. Mais um ano, mais uma nota negativa para a organização. Ou muito me engano, ou este festival, com 15 anos de existência, deve estar próximo do seu fim. Ou será que alguém me consegue explicar, porquê que ano após ano, a organização do FIBDA vai piorando?
Apesar de ter escrito este texto no Domingo, a força das circunstâncias só agora me permitiu publica-lo. A critica continua actual!
Impressões sobre um festival:
Aproveitei o Domingo chuvoso para me aventurar nas estradas da Amadora em busca do festival de Banda Desenhada que decorre naquela cidade. Apesar de ter-me deslocado de carro, não foi difícil dar com a estação de Metro da Falagueira. A organização esmerou-se na colocação de palcas a indicar o local! Fácil estacionamento e entrei no mundo da fantasia.
Agradável surpresa foi a oferta do bilhete logo à entrada. Segundo me informaram, uma decisão da organização face a alguns problemas (não especificados) que haviam surgido. Desconfiado, entrei. Se calhar por não estar muita gente, o espaço destinado ao festival pareceu-me amplo e arejado, mas após alguns minutos na fila para autógrafos deu logo para reparar que as condições não são assim tão boas. A falta de ar condicionado ou de janelas para o exterior aliado às luzes de holofotes, transformou a sala central numa verdadeira sauna. Queixavam-se os autores e os leitores. Entre os autores, destaco a presença de Achdé e de Gerra, os novos autores, desenhador e argumentista respectivamente, de Lucky Luke, que tiveram a gentileza de me assinar o novo álbum do cowboy solitário “Lucky Luke no Quebeque”, um lançamento das Edições Asa. Não posso deixar de referir a ‘pujança’ do stand desta editora que se afirma cada vez mais como uma líder no mercado de banda desenhada, num ambiente de absoluto contraste com o triste stand da ‘moribunda’ Meribérica-Liber. Esta, mais uma vez não lançou qualquer álbum novo, digno de registo, apesar dos títulos que ainda mantêm ‘em carteira’, nomeadamente a série ‘Blueberry’. A imagem dos dois stands, localizados frente-a-frente, dá-nos uma imagem bastante forte de quem manda actualmente na Banda Desenhada em Portugal. Rei morto, rei posto!
Uma nota negativa foi a falta de pagamento por Multibanco. Num festival desta dimensão, onde as editoras, supostamente, aproveitam para lançar novos títulos e recuperar outros, esta falaha revela algum 'amadorismo' da organização. Está bem que existe uma caixa Multibanco à entrada, mas nunca fiando, o melhor é mesmo levar a carteira cheia de ‘verdes’. Como passei metade do tempo na conversa com pessoas amigas e a outra metade nas filas para autógrafos (Johann de Moor, Seth Fisher, Ricardo Leniers e José Carlos Fernandes) não vi qualquer exposição. Fica marcada para uma segunda visita, afinal nunca se deve ver tudo numa primeira vez.
Mas o pior estava para chegar: no final, quando me preparava para me vir embora e solicitei um programa do festival para os 15 dias, informaram-me que não havia. Distracção ou desorganização? Assim, desconheço quais os autores que vão estar presentes nos fins-de-semana seguintes. Mais, Quando perguntei pelo WC, fui de novo surpreendido. Disseram que não havia e que deveria utilizar as instalações sanitárias existentes um piso abaixo na estação de metro. Percebi então, no final da minha visita, o porquê de me terem oferecido a entrada. Mais um ano, mais uma nota negativa para a organização. Ou muito me engano, ou este festival, com 15 anos de existência, deve estar próximo do seu fim. Ou será que alguém me consegue explicar, porquê que ano após ano, a organização do FIBDA vai piorando?
terça-feira, outubro 26, 2004
sexta-feira, outubro 22, 2004
A QUEDA DE UM DITADOR!
O Fidel caiu! Calma, porque ainda não foi desta que Cuba passou a um Pais livre. O que aconteceu foi que o ditador caiu literalmente no chão, espalhou-se ao ‘comprido’ ao descer de um palanque depois de terminado mais discurso. Teme-se agora pela vida dos trabalhadores que montaram o palanque!
O Fidel caiu! Calma, porque ainda não foi desta que Cuba passou a um Pais livre. O que aconteceu foi que o ditador caiu literalmente no chão, espalhou-se ao ‘comprido’ ao descer de um palanque depois de terminado mais discurso. Teme-se agora pela vida dos trabalhadores que montaram o palanque!
NOTAS BEDEFILAS 16
Começa hoje o 15º Festival de Banda Desenhada da Amadora. Bem procurei uma imagem do cartaz oficial do certame, mas nada. A Internet ainda não é um meio de comunicação privilegiado em Portugal. A grande novidade deste ano do festival é a sua localização, na nave comercial da estação de Metro de Amadora-Este (Falagueira). Apesar de não conhecer ainda o local, posso já garantir que foi uma escolha feliz, dado que as instalações da Escola Intercultural onde se realizaram as últimas três edições, deixava muito a desejar. A exposição deste ano dá o seu maior destaque às “100 BDs do Século XX”, que resulta de um inquérito mundial elaborado pelo Comissariado que abrangeu críticos, directores de festivais e de centros de BD e outros especialistas de 21 países. Da recolha das votações, resultou que os 10 primeiros lugares estão ocupados pelas seguintes Bandas Desenhadas: Tintin, Batman, Corto Maltese, Asterix, Little Nemo, Maus, Blueberry, The Spirit, Peanuts, Krazy Kat, Donald Duck (Pato Donald) e Uncle Scrooge (Tio Patinhas). Será, certamente, possível fazer uma retrospectiva do que de melhor foi feito em banda desenhada ao longo do século XX.
Para alem das mostras individuais de André Carrilho, Luís Louro, Seth Fisher e colectivas de autores argentinos e flamengos, destaco a presenças confirmadas dos seguintes autores: Seth Fisher (EUA), Johann De Moor (Bélgica), Miguelanxo Prado (Espanha) e de Gradimir Smudja (Ex-Jugoslávia) entre outros. Pronto, já sabem que de 22 de Outubro a 7 de Novembro, das 10 às 22 horas, a festa da BD faz-se na Amadora.
Da minha parte estão prometidas várias visitas ao festival, até porque as sessões de autógrafos assim o determinam. Depois vou escrevendo aqui as minhas impressões.
Começa hoje o 15º Festival de Banda Desenhada da Amadora. Bem procurei uma imagem do cartaz oficial do certame, mas nada. A Internet ainda não é um meio de comunicação privilegiado em Portugal. A grande novidade deste ano do festival é a sua localização, na nave comercial da estação de Metro de Amadora-Este (Falagueira). Apesar de não conhecer ainda o local, posso já garantir que foi uma escolha feliz, dado que as instalações da Escola Intercultural onde se realizaram as últimas três edições, deixava muito a desejar. A exposição deste ano dá o seu maior destaque às “100 BDs do Século XX”, que resulta de um inquérito mundial elaborado pelo Comissariado que abrangeu críticos, directores de festivais e de centros de BD e outros especialistas de 21 países. Da recolha das votações, resultou que os 10 primeiros lugares estão ocupados pelas seguintes Bandas Desenhadas: Tintin, Batman, Corto Maltese, Asterix, Little Nemo, Maus, Blueberry, The Spirit, Peanuts, Krazy Kat, Donald Duck (Pato Donald) e Uncle Scrooge (Tio Patinhas). Será, certamente, possível fazer uma retrospectiva do que de melhor foi feito em banda desenhada ao longo do século XX.
Para alem das mostras individuais de André Carrilho, Luís Louro, Seth Fisher e colectivas de autores argentinos e flamengos, destaco a presenças confirmadas dos seguintes autores: Seth Fisher (EUA), Johann De Moor (Bélgica), Miguelanxo Prado (Espanha) e de Gradimir Smudja (Ex-Jugoslávia) entre outros. Pronto, já sabem que de 22 de Outubro a 7 de Novembro, das 10 às 22 horas, a festa da BD faz-se na Amadora.
Da minha parte estão prometidas várias visitas ao festival, até porque as sessões de autógrafos assim o determinam. Depois vou escrevendo aqui as minhas impressões.
quarta-feira, outubro 20, 2004
MAL SERVIDO! (1)
A primeira entrada nos Serviços Suspeitos vai, infelizmente, para uma das minhas lojas de consumo preferidas. Diz o povo com razão “no melhor pano cai a nódoa”, mas não posso deixar de criticar aqui a politica da FNAC para Portugal relativamente a preços, no presente caso, de dvd’s. Um comentário deixado neste blogue relativamente a uma compra minha do pack da trilogia da ‘Star Wars’ alertou-me para o facto da FNAC, no mercado português praticar um preço bastante superior quando comparado com Espanha ou França. Concretizando: após pesquisa verifiquei que a FNAC Portugal vende o dvd da trilogia ‘Star Wars’ ao preço de € 69,95; a FNAC França vende o mesmo artigo a € 49,99; enquanto que a FNAC Espanha o vende por apenas € 49.95 ! Mas o que é isto ??!! Sabendo que Portugal tem um dos mais baixos rendimentos médios da Europa, como é que é possível haver diferenças, para o mesmo produto, de quase 20 euros? Foi isto que perguntei num email enviado para o serviço de clientes da FNAC no dia 4 de este mês. Até hoje não recebi qualquer resposta. Elucidativo não ? Pelo 'abuso', a FNAC entra directamente para primeiro lugar dos “Serviços Suspeitos”. Continuarei a ser cliente, mas dvd’s na FNAC não obrigado!
Curiosamente, recebi à poucos dias atrás uma carta da FNAC a enviarem-me o novo cartão de cliente, cuja substituição me habilita a ganhar 1.000 € em cheques oferta, bastando para isso preencher um cupão a descrever o cartão FNAC ideal. Mesmo a propósito, resolvi habilitar-me com a seguinte frase: “ O cartão FNAC ideal é aquele que permite ao cliente comprar em Portugal dvd’s aos preços praticados em Espanha ou em França! ”. Ora tomem lá!!!
A primeira entrada nos Serviços Suspeitos vai, infelizmente, para uma das minhas lojas de consumo preferidas. Diz o povo com razão “no melhor pano cai a nódoa”, mas não posso deixar de criticar aqui a politica da FNAC para Portugal relativamente a preços, no presente caso, de dvd’s. Um comentário deixado neste blogue relativamente a uma compra minha do pack da trilogia da ‘Star Wars’ alertou-me para o facto da FNAC, no mercado português praticar um preço bastante superior quando comparado com Espanha ou França. Concretizando: após pesquisa verifiquei que a FNAC Portugal vende o dvd da trilogia ‘Star Wars’ ao preço de € 69,95; a FNAC França vende o mesmo artigo a € 49,99; enquanto que a FNAC Espanha o vende por apenas € 49.95 ! Mas o que é isto ??!! Sabendo que Portugal tem um dos mais baixos rendimentos médios da Europa, como é que é possível haver diferenças, para o mesmo produto, de quase 20 euros? Foi isto que perguntei num email enviado para o serviço de clientes da FNAC no dia 4 de este mês. Até hoje não recebi qualquer resposta. Elucidativo não ? Pelo 'abuso', a FNAC entra directamente para primeiro lugar dos “Serviços Suspeitos”. Continuarei a ser cliente, mas dvd’s na FNAC não obrigado!
Curiosamente, recebi à poucos dias atrás uma carta da FNAC a enviarem-me o novo cartão de cliente, cuja substituição me habilita a ganhar 1.000 € em cheques oferta, bastando para isso preencher um cupão a descrever o cartão FNAC ideal. Mesmo a propósito, resolvi habilitar-me com a seguinte frase: “ O cartão FNAC ideal é aquele que permite ao cliente comprar em Portugal dvd’s aos preços praticados em Espanha ou em França! ”. Ora tomem lá!!!
MAIS SERVIÇO PÚBLICO
Inspirado pelo Jumento, resolvi criar uma coluna com o arquivo das crónicas sobre empresas que, por experiência própria, considero que prestam um MAU serviço aos seus clientes. O arquivo vai chamar-se “Serviços Suspeitos” e fica colocado na coluna do lado direito logo depois das “Notas Bedefilas”.
Inspirado pelo Jumento, resolvi criar uma coluna com o arquivo das crónicas sobre empresas que, por experiência própria, considero que prestam um MAU serviço aos seus clientes. O arquivo vai chamar-se “Serviços Suspeitos” e fica colocado na coluna do lado direito logo depois das “Notas Bedefilas”.
OS SUSPEITOS DO COSTUME
Numa demonstração de serviço público, quer o autor deste blogue, informar os seus leitores que passa hoje na TVI às 00.15 o filme “Os Suspeitos do Costume” de Bryan Singer. Mais informo que o visionamento deste filme é obrigatório para o currículo de qualquer cinéfilo que se preze. Para os mais observadores, não existe coincidências, o título do filme inspirou o nome deste blogue. Afinal trata-se de um dos meus filmes preferidos ou eu não estava para aqui a gastar letras do meu teclado.
Se a historia é brilhante, a magnifica interpretação de Kevin Spacey no papel de 'Verbal' Kint, valeu-lhe mesmo o Óscar para o melhor actor secundário. Acrescento ainda que este filme encontra-se em 18º lugar no TOP 250 dos melhores filmes votados no IMDB.
A excelente proposta da TVI apenas peca pela hora tardia a que se inicia. Mas se devido às aventuras do ‘Conde de White Castle’ que ocupam os ‘prime-time’ da programação, já nem o prof. Marcelo tem direito ao seu tempo de antena, o melhor nem é protestar é mesmo gravar. Eu, por mim, já sei que me vou deitar às duas e tal da manhã.
Numa demonstração de serviço público, quer o autor deste blogue, informar os seus leitores que passa hoje na TVI às 00.15 o filme “Os Suspeitos do Costume” de Bryan Singer. Mais informo que o visionamento deste filme é obrigatório para o currículo de qualquer cinéfilo que se preze. Para os mais observadores, não existe coincidências, o título do filme inspirou o nome deste blogue. Afinal trata-se de um dos meus filmes preferidos ou eu não estava para aqui a gastar letras do meu teclado.
Se a historia é brilhante, a magnifica interpretação de Kevin Spacey no papel de 'Verbal' Kint, valeu-lhe mesmo o Óscar para o melhor actor secundário. Acrescento ainda que este filme encontra-se em 18º lugar no TOP 250 dos melhores filmes votados no IMDB.
A excelente proposta da TVI apenas peca pela hora tardia a que se inicia. Mas se devido às aventuras do ‘Conde de White Castle’ que ocupam os ‘prime-time’ da programação, já nem o prof. Marcelo tem direito ao seu tempo de antena, o melhor nem é protestar é mesmo gravar. Eu, por mim, já sei que me vou deitar às duas e tal da manhã.
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