NATAL NA LUZ
Finda a 15ª jornada da SuperLiga de Futebol e os ‘três’ grandes tem o mesmo número de pontos. OK, o Porto tem um jogo em atraso, mas mantenho a minha, os três grandes chegam ao Natal com o mesmo número de pontos. Tudo isto seria muito bonito não fosse o facto do Benfica ter desperdiçado uma excelente vantagem pontual que arrecadou no inicio do campeonato. Já aqui escrevi que não acredito que seja com este plantel, com este treinador e com este director-geral para o futebol que o Benfica será campeão. Como se tudo isto não bastasse, vejo o Quim no lugar do Moreira. Leitura: a culpa da goleada no Restelo é do puto! O Argel a dar beijos no Trapattoni. Leitura: Argel titular frente ao Sporting! Socorro, acordem-me!
Vou já pedir ao Pai Natal que traga os seguintes reforços de Inverno: Alcides (grande exibição!), Jorginho (era uma boa aquisição!), Robinho (estava a brincar!) e o regresso do Miguel (que saudades!). Estas eram as minhas prendas para o Benfica, mas como nenhuma delas deve dar comissões ao senhor Veiga, vamos esperar para ver (ou rir) do que nos calha no sapatinho!
quinta-feira, dezembro 16, 2004
DÊEM-ME TEMPO!
Isto tem andado ‘em baixo’. Eu sei. Primeiro foi uma virose, depois uma constipação de ‘caixão à cova’, mais umas noites mal dormidas, seguiu-se e segue-se umas arrumações aqui no escritório e mais a disponibilidade para ficar a ver filmes caseiros aqui no computador com o ‘puto’ de 21 meses (passatempo preferido dele!) e tudo junto dá ….. falta de tempo para actualizar o blog. Vou tentar disciplinar o tempo, ou isso ou horas extraordinárias pela noite fora.
Isto tem andado ‘em baixo’. Eu sei. Primeiro foi uma virose, depois uma constipação de ‘caixão à cova’, mais umas noites mal dormidas, seguiu-se e segue-se umas arrumações aqui no escritório e mais a disponibilidade para ficar a ver filmes caseiros aqui no computador com o ‘puto’ de 21 meses (passatempo preferido dele!) e tudo junto dá ….. falta de tempo para actualizar o blog. Vou tentar disciplinar o tempo, ou isso ou horas extraordinárias pela noite fora.
quarta-feira, dezembro 08, 2004
terça-feira, dezembro 07, 2004
MY FAVORITE COACH
Um dos piores actos de gestão desportiva que há memória no Benfica, foi tomado durante o mandato de Vilarinho, que num acto nada sóbrio, despediu o então treinador do Benfica (JM) para colocar no seu lugar Tóni. Desde esse dia, que andamos a ver a banda passar! Como benfiquista, espero que um dia a História seja corrigida e que JM se torne o treinador de 6 milhões de portugueses!
Confesso que sou um grande admirador de José Mourinho (JM) enquanto treinador de futebol. Pode ser arrogante, convencido, cínico o que for, mas no que toca a trabalho nada há a apontar, e no futebol o que conta são os resultados. Se dúvidas ainda hajam, hoje JM tem mais oportunidade de mostrar porque é um dos melhores treinadores do mundo que merece cada libra que lhe pagam e ... acredito que não me vai desiludir.
Quero já esclarecer que não sou daqueles que sou atacado por nacionalismos de Quarta-feira (neste caso de Terça), ou seja, quero com isto dizer que não tenho qualquer simpatia pelo FC Porto, jogue este clube em competições internas ou externas, em Portugal ou na China.
Um dos piores actos de gestão desportiva que há memória no Benfica, foi tomado durante o mandato de Vilarinho, que num acto nada sóbrio, despediu o então treinador do Benfica (JM) para colocar no seu lugar Tóni. Desde esse dia, que andamos a ver a banda passar! Como benfiquista, espero que um dia a História seja corrigida e que JM se torne o treinador de 6 milhões de portugueses!
Confesso que sou um grande admirador de José Mourinho (JM) enquanto treinador de futebol. Pode ser arrogante, convencido, cínico o que for, mas no que toca a trabalho nada há a apontar, e no futebol o que conta são os resultados. Se dúvidas ainda hajam, hoje JM tem mais oportunidade de mostrar porque é um dos melhores treinadores do mundo que merece cada libra que lhe pagam e ... acredito que não me vai desiludir.
Quero já esclarecer que não sou daqueles que sou atacado por nacionalismos de Quarta-feira (neste caso de Terça), ou seja, quero com isto dizer que não tenho qualquer simpatia pelo FC Porto, jogue este clube em competições internas ou externas, em Portugal ou na China.
sexta-feira, dezembro 03, 2004
O JOGO
Finalmente, recomeçou a operação ‘apito dourado’. A novidade para esta segunda parte dá pelo nome de Pinto da Costa. Finalmente, para nós que sempre desconfiamos, após anos e anos de fumo, começa-se agora ver um pequeno fogo. Só achei curioso que ontem Pinto da Costa estivesse disponível na televisão para vender um livro sobre a sua vida e hoje, no dia da visita da PJ, estivesse em Espanha a comprar caramelos. Seja como for, uma coisa é certa, o relógio não para e o tempo útil de jogo está-se a esgotar!
Finalmente, recomeçou a operação ‘apito dourado’. A novidade para esta segunda parte dá pelo nome de Pinto da Costa. Finalmente, para nós que sempre desconfiamos, após anos e anos de fumo, começa-se agora ver um pequeno fogo. Só achei curioso que ontem Pinto da Costa estivesse disponível na televisão para vender um livro sobre a sua vida e hoje, no dia da visita da PJ, estivesse em Espanha a comprar caramelos. Seja como for, uma coisa é certa, o relógio não para e o tempo útil de jogo está-se a esgotar!
ÓBVIO!
Na ressaca de mais uma derrota do Benfica na Superliga (obviamente óbvia) e de uma virose (obviamente inesperada) regresso para escrever sobre o óbvio!
(não resisto aqui a citar Pacheco Pereira no seu artigo de opinião hoje no Público)
“escrito na Quarta-Feira, o que, num ambiente volátil como o que se vive hoje, pode ser um passado longínquo”.
O CÚMULO DA INCONSCIÊNCIA
Por razões que a própria razão desconhece, o Presidente da Republica resolveu agora dissolver o Parlamento. Em vésperas da aprovação do Orçamento de Estado para 2005, em vésperas de aplicação de medidas extraordinárias para colocar o deficit público dentro do intervalo dos 3%, em vésperas da entrada em vigor das excelentes medidas como a ‘lei das rendas’ e o ‘fim das scuts’, em vésperas da aprovação da pergunta sobre o referendo pelo Tribunal Constitucional, o Presidente resolveu justamente agora acertar contas com a sua consciência.
PELA BOCA MORRE O PEIXE
Agora vou eu ficar à espera de ver o Eng. José Sócrates explicar aos portugueses, durante a campanha eleitoral, o porquê do seu partido ser contra a redução das taxas de IRS!
Na ressaca de mais uma derrota do Benfica na Superliga (obviamente óbvia) e de uma virose (obviamente inesperada) regresso para escrever sobre o óbvio!
(não resisto aqui a citar Pacheco Pereira no seu artigo de opinião hoje no Público)
“escrito na Quarta-Feira, o que, num ambiente volátil como o que se vive hoje, pode ser um passado longínquo”.
O CÚMULO DA INCONSCIÊNCIA
Por razões que a própria razão desconhece, o Presidente da Republica resolveu agora dissolver o Parlamento. Em vésperas da aprovação do Orçamento de Estado para 2005, em vésperas de aplicação de medidas extraordinárias para colocar o deficit público dentro do intervalo dos 3%, em vésperas da entrada em vigor das excelentes medidas como a ‘lei das rendas’ e o ‘fim das scuts’, em vésperas da aprovação da pergunta sobre o referendo pelo Tribunal Constitucional, o Presidente resolveu justamente agora acertar contas com a sua consciência.
PELA BOCA MORRE O PEIXE
Agora vou eu ficar à espera de ver o Eng. José Sócrates explicar aos portugueses, durante a campanha eleitoral, o porquê do seu partido ser contra a redução das taxas de IRS!
sexta-feira, novembro 26, 2004
PAGUE VOCÊ MESMO
Para a arrumação aqui do escritório, resolvi comprar os armários e a secretária no IKEA. Mobiliário moderno, baixo custo, linhas planas, montagem fácil. Bendita hora que optei (e paguei) por ‘tudo incluído’, ou seja, transporte e montagem. Dizem os suecos, que as embalagens planas facilitam o transporte. Pois é, dito assim, até parece que volumes pesados, como o tampo da secretária ou madeiras com dois metros de comprimento por um metro de largura se transportam facilmente debaixo do braço e cabem no porta-bagagem de qualquer carro de uma família portuguesa. Depois vem a montagem. Dizem os suecos que aquelas pequenas chaves que disponibilizam junto com os móveis, são suficientes. Pois é, mas depois de olhar para o kit de ferramentas do pessoal que veio cá a casa montar os móveis, que inclui um aparafusador eléctrico, e atendendo que essas duas pessoas estiveram uma hora a montar os móveis, chego à conclusão que o conceito IKEA ‘compre, transporte e monte você mesmo’ destina-se só para aqueles que gostam de perder um fim-de-semana a montar um banquinho!!!
Para a arrumação aqui do escritório, resolvi comprar os armários e a secretária no IKEA. Mobiliário moderno, baixo custo, linhas planas, montagem fácil. Bendita hora que optei (e paguei) por ‘tudo incluído’, ou seja, transporte e montagem. Dizem os suecos, que as embalagens planas facilitam o transporte. Pois é, dito assim, até parece que volumes pesados, como o tampo da secretária ou madeiras com dois metros de comprimento por um metro de largura se transportam facilmente debaixo do braço e cabem no porta-bagagem de qualquer carro de uma família portuguesa. Depois vem a montagem. Dizem os suecos que aquelas pequenas chaves que disponibilizam junto com os móveis, são suficientes. Pois é, mas depois de olhar para o kit de ferramentas do pessoal que veio cá a casa montar os móveis, que inclui um aparafusador eléctrico, e atendendo que essas duas pessoas estiveram uma hora a montar os móveis, chego à conclusão que o conceito IKEA ‘compre, transporte e monte você mesmo’ destina-se só para aqueles que gostam de perder um fim-de-semana a montar um banquinho!!!
ALIVIADO!
Continuam as 'revoluções'. Agora vou mudar de local de trabalho. Esta mudança para novas (usadas) instalações, proporciona uma excelente oportunidade para enfrentar aqueles ‘monstros’ (leia-se sebentas, circulares, ofícios, diários da republica, informações, relatórios, etc, etc) que vivem dentro do meu armário e em cima da minha secretária. É impressionante como nos apegamos ao papel! Finalmente, aquela limpeza que prometi a mim mesmo, vai agora ser concretizada. Confesso que não gosto de mudanças (empacotar tudo, desempacotar tudo) mas a visão de deixar para trás cerca de 2/3 da papelada acumulada nos últimos anos, deixa-me bastante aliviado!
Continuam as 'revoluções'. Agora vou mudar de local de trabalho. Esta mudança para novas (usadas) instalações, proporciona uma excelente oportunidade para enfrentar aqueles ‘monstros’ (leia-se sebentas, circulares, ofícios, diários da republica, informações, relatórios, etc, etc) que vivem dentro do meu armário e em cima da minha secretária. É impressionante como nos apegamos ao papel! Finalmente, aquela limpeza que prometi a mim mesmo, vai agora ser concretizada. Confesso que não gosto de mudanças (empacotar tudo, desempacotar tudo) mas a visão de deixar para trás cerca de 2/3 da papelada acumulada nos últimos anos, deixa-me bastante aliviado!
terça-feira, novembro 23, 2004
'FADO' DO LAR
Resolvi dedicar-me ao lar, pelo que agora ando ocupado a fazer revoluções (leia-se arrumações) cá em casa. Concluí que as soluções provisórias que habitavam o escritório (nome pomposo para uma assoalhada com oito metros quadrados) tinham chegado ao fim da sua vida útil. Finalmente as minhas colecções de banda desenhada ganharam um espaço próprio. A partir de agora ao passar a porta do escritório entro no mundo de fantasia (leia-se muita bd) e num mundo virtual (leia-se Internet). Devido a isto tudo, não tenho tipo tempo de 'alimentar' este bichinho (leia-se blog). E tantas coisas que eu tinha para dizer, a começar pelo Benfica.
Resolvi dedicar-me ao lar, pelo que agora ando ocupado a fazer revoluções (leia-se arrumações) cá em casa. Concluí que as soluções provisórias que habitavam o escritório (nome pomposo para uma assoalhada com oito metros quadrados) tinham chegado ao fim da sua vida útil. Finalmente as minhas colecções de banda desenhada ganharam um espaço próprio. A partir de agora ao passar a porta do escritório entro no mundo de fantasia (leia-se muita bd) e num mundo virtual (leia-se Internet). Devido a isto tudo, não tenho tipo tempo de 'alimentar' este bichinho (leia-se blog). E tantas coisas que eu tinha para dizer, a começar pelo Benfica.
sexta-feira, novembro 19, 2004
quarta-feira, novembro 17, 2004
SIC
Com as alterações efectuadas pela TV Cabo nos canais de televisão, aproveitei a ‘onda’ e reposicionei os canais da minha televisão. Como não sigo a posição definida pela TV Cabo, situei depois dos quatro canais generalistas, os meus preferidos de momento, que curiosamente pertencem todos ao universo SIC: Radical, Mulher e Comédia. Para quem não se identifica com as programações feitas à base de telenovelas ‘ao cubo’ e de malucos do riso (amarelo, acrescento eu), os excelentes Daily Show, Jay Leno, Conan O’Brien ou Oprah e ainda os memoráveis Seinfeld, Battlestar Galáctica, Quem Sai Aos Seus ou mesmo Dragon Ball Z são uma bênção e uma autêntica lufada de ar fresco na poeirenta programação das nossas televisões. O curioso disto tudo é o facto de eu, actualmente, não perder um minuto com a programação da SIC generalista e gastar horas a ver os programas das restantes SIC’s. Ai se eu fosse Director de Programas desta estação!
Com as alterações efectuadas pela TV Cabo nos canais de televisão, aproveitei a ‘onda’ e reposicionei os canais da minha televisão. Como não sigo a posição definida pela TV Cabo, situei depois dos quatro canais generalistas, os meus preferidos de momento, que curiosamente pertencem todos ao universo SIC: Radical, Mulher e Comédia. Para quem não se identifica com as programações feitas à base de telenovelas ‘ao cubo’ e de malucos do riso (amarelo, acrescento eu), os excelentes Daily Show, Jay Leno, Conan O’Brien ou Oprah e ainda os memoráveis Seinfeld, Battlestar Galáctica, Quem Sai Aos Seus ou mesmo Dragon Ball Z são uma bênção e uma autêntica lufada de ar fresco na poeirenta programação das nossas televisões. O curioso disto tudo é o facto de eu, actualmente, não perder um minuto com a programação da SIC generalista e gastar horas a ver os programas das restantes SIC’s. Ai se eu fosse Director de Programas desta estação!
CASA NOVA
Volta não volta e o template do meu blog desaparece. Ainda não percebi se o problema é do Blogger ou não, mas não tarda nada, faço a mala e estou a mudar de 'casa'. Como quem não quer a 'coisa', começei por registar o nome no novo sítio. Grão a grão...
Volta não volta e o template do meu blog desaparece. Ainda não percebi se o problema é do Blogger ou não, mas não tarda nada, faço a mala e estou a mudar de 'casa'. Como quem não quer a 'coisa', começei por registar o nome no novo sítio. Grão a grão...
sexta-feira, novembro 12, 2004
MUNDO MELHOR
Ontem morreu um homem que era ao mesmo tempo um terrorista e um ditador. Quando vi a noticia sobre os milhões e milhões de dolares que tinha desviado para as suas contas bancárias particulares e confrontei com a sua entrevista onde lamentava que 75% do seu ‘povo’ na Faixa de Gaza e 50% na Cisjordânia viviam no limiar da pobreza, pensei que a Morte, desta vez, havia sido generosa. Quando desci à rua, o ar estava mais puro e o Mundo pareceu-me um lugar melhor para se viver.
Ontem morreu um homem que era ao mesmo tempo um terrorista e um ditador. Quando vi a noticia sobre os milhões e milhões de dolares que tinha desviado para as suas contas bancárias particulares e confrontei com a sua entrevista onde lamentava que 75% do seu ‘povo’ na Faixa de Gaza e 50% na Cisjordânia viviam no limiar da pobreza, pensei que a Morte, desta vez, havia sido generosa. Quando desci à rua, o ar estava mais puro e o Mundo pareceu-me um lugar melhor para se viver.
quarta-feira, novembro 10, 2004
NOTAS BEDEFILAS 19
Terminado o FIBDA’2004 é altura ideal para fazer um balanço geral sobre o festival deste ano. Infelizmente para mim, não pude visitar o certame tantas vezes quantas as desejaria, o que não impossibilitou que percorresse as várias salas de exposição. Destaco desde já a sala dedicada à arte de Gradimir Smudja, com principal ponto de interesse as pranchas originais do excelente álbum ‘Vincent e Van Gogh’. Tal como nos quadros do pintor, também aqui a cor dominava em todos os desenhos. Surpreendentemente ou talvez não, algumas das pranchas em exibição encontravam-se à venda por preços que variavam entre os 600 e os 900 euros. Gostava muito, mas fica para uma próxima vez. Gostei também da exposição dedicada a autores flamengos. Johann De Moor foi um dos autores presentes na sessão de autógrafos. A exposição “100 Bd’s do Século XX” assentava numa ideia gira, mas na minha opinião pecava pela forma como estava exposta em colunas. Os textos que acompanhavam cada uma das personagens estavam bons, os objectos nem por isso. Destaco também o sopro de vida da editora Meriberica, com o lançamento de um novo álbum com a segunda parte das aventuras de Blake e Mortimer em “Os Sarcófagos do 6º Continente, Tomo 2 – Duelo de Espíritos”. Encontra-se ali à espera para ser lido. No geral, o festival não foi um grande festival, mas foi um acontecimento simpático, em linha com os últimos anos. O espaço ainda não é o ideal e faltava se calhar mais iniciativas para os dias de semana e uma maior divulgação das obras dos autores presentes, nacionais e estrangeiros. Também vinha a calhar era a recuperação da ‘velha’ fábrica da cultura para os futuros festivais. Quero aqui agradecer a atenção de José Ferreira da organização do FIBDA, que me enviou (a tempo) um e-mail com informação sobre o Festival. Até para o ano!
Terminado o FIBDA’2004 é altura ideal para fazer um balanço geral sobre o festival deste ano. Infelizmente para mim, não pude visitar o certame tantas vezes quantas as desejaria, o que não impossibilitou que percorresse as várias salas de exposição. Destaco desde já a sala dedicada à arte de Gradimir Smudja, com principal ponto de interesse as pranchas originais do excelente álbum ‘Vincent e Van Gogh’. Tal como nos quadros do pintor, também aqui a cor dominava em todos os desenhos. Surpreendentemente ou talvez não, algumas das pranchas em exibição encontravam-se à venda por preços que variavam entre os 600 e os 900 euros. Gostava muito, mas fica para uma próxima vez. Gostei também da exposição dedicada a autores flamengos. Johann De Moor foi um dos autores presentes na sessão de autógrafos. A exposição “100 Bd’s do Século XX” assentava numa ideia gira, mas na minha opinião pecava pela forma como estava exposta em colunas. Os textos que acompanhavam cada uma das personagens estavam bons, os objectos nem por isso. Destaco também o sopro de vida da editora Meriberica, com o lançamento de um novo álbum com a segunda parte das aventuras de Blake e Mortimer em “Os Sarcófagos do 6º Continente, Tomo 2 – Duelo de Espíritos”. Encontra-se ali à espera para ser lido. No geral, o festival não foi um grande festival, mas foi um acontecimento simpático, em linha com os últimos anos. O espaço ainda não é o ideal e faltava se calhar mais iniciativas para os dias de semana e uma maior divulgação das obras dos autores presentes, nacionais e estrangeiros. Também vinha a calhar era a recuperação da ‘velha’ fábrica da cultura para os futuros festivais. Quero aqui agradecer a atenção de José Ferreira da organização do FIBDA, que me enviou (a tempo) um e-mail com informação sobre o Festival. Até para o ano!
OS “GATOS”
Lisboa, ontem, foi testemunha de um acontecimento impar: fui assistir pela primeira vez a um musical. Concretamente, fui ver “Cats” naquela que é, na minha opinião, a pior sala de espectáculos do país, o Coliseu de Lisboa. Confesso, que na posse de todas as minhas faculdades, não troco um confortável lugar de uma sala de cinema pela cadeira do camarote de um teatro. Mas ontem cedi e acedi a ir ver ‘o’ musical. Afinal, os números não enganam: 50 milhões de espectadores, 21 anos em palco. Mas deve ser defeito meu, porque na primeira parte do espectáculo só não dormi uma boa soneca porque a cadeira era desconfortável e o bilhete foi caro. A segunda parte já se viu melhor, mas confesso que no global esperava um melhor espectáculo, talvez com mais história e mais movimento, ou seja, não fiquei ‘convertido’. Não me interpretem mal, “Cats” é um espectáculo com bons artistas com umas vozes fantásticas, o guarda-roupa é excelente e o jogo de luzes transforma completamente o cenário. Eu, definitivamente, é que sou ‘alérgico’ a musicais!
Lisboa, ontem, foi testemunha de um acontecimento impar: fui assistir pela primeira vez a um musical. Concretamente, fui ver “Cats” naquela que é, na minha opinião, a pior sala de espectáculos do país, o Coliseu de Lisboa. Confesso, que na posse de todas as minhas faculdades, não troco um confortável lugar de uma sala de cinema pela cadeira do camarote de um teatro. Mas ontem cedi e acedi a ir ver ‘o’ musical. Afinal, os números não enganam: 50 milhões de espectadores, 21 anos em palco. Mas deve ser defeito meu, porque na primeira parte do espectáculo só não dormi uma boa soneca porque a cadeira era desconfortável e o bilhete foi caro. A segunda parte já se viu melhor, mas confesso que no global esperava um melhor espectáculo, talvez com mais história e mais movimento, ou seja, não fiquei ‘convertido’. Não me interpretem mal, “Cats” é um espectáculo com bons artistas com umas vozes fantásticas, o guarda-roupa é excelente e o jogo de luzes transforma completamente o cenário. Eu, definitivamente, é que sou ‘alérgico’ a musicais!
CÁ ESTOU EU...
Após alguns dias de ausência, verifico que inexplicavelmente o meu espaço de opinião desapareceu!!! Sofreu um black-out!!! Querem ver que estou a ser pressionado para ‘moderar’ os meus posts? (lol !) Vai-me dar algum trabalho para recuperar o que aqui estava, sendo que o principal problema são os links dos meus blogs preferidos, mas nada se perde. Password alteradas, não vá o diabo tece-las e estou de volta (espero!). O que não me mata deixa-me mais forte!
Após alguns dias de ausência, verifico que inexplicavelmente o meu espaço de opinião desapareceu!!! Sofreu um black-out!!! Querem ver que estou a ser pressionado para ‘moderar’ os meus posts? (lol !) Vai-me dar algum trabalho para recuperar o que aqui estava, sendo que o principal problema são os links dos meus blogs preferidos, mas nada se perde. Password alteradas, não vá o diabo tece-las e estou de volta (espero!). O que não me mata deixa-me mais forte!
sexta-feira, novembro 05, 2004
A VERDADE ESCONDIDA
Mais um jogo importante (UEFA!), mais uma derrota (3-0!!) do meu clube. Confesso que desta vez já estava à espera, mas não por números tão exagerados. Este Benfica mostra-se incapaz de vencer jogos com equipas do seu campeonato, mas enquanto a comunicação social for cúmplice (por omissão) e entrar em euforias com as vitórias da equipa sobre os ‘orientais’ da nossa SuperLiga, o que ‘salta à vista’ vai permanecer escondido. Eu, como associado faço a minha parte, escrevo aqui o que vejo, na minha opinião, o Benfica não têm equipa, não têm treinador e nem sequer têm presidente. Estamos a precisar de ventos de mudança. Suspeito que, infelizmente, o tempo há-de me dar razão!
Mais um jogo importante (UEFA!), mais uma derrota (3-0!!) do meu clube. Confesso que desta vez já estava à espera, mas não por números tão exagerados. Este Benfica mostra-se incapaz de vencer jogos com equipas do seu campeonato, mas enquanto a comunicação social for cúmplice (por omissão) e entrar em euforias com as vitórias da equipa sobre os ‘orientais’ da nossa SuperLiga, o que ‘salta à vista’ vai permanecer escondido. Eu, como associado faço a minha parte, escrevo aqui o que vejo, na minha opinião, o Benfica não têm equipa, não têm treinador e nem sequer têm presidente. Estamos a precisar de ventos de mudança. Suspeito que, infelizmente, o tempo há-de me dar razão!
terça-feira, novembro 02, 2004
F@#% AMÉRICA!
A América está a votos. A acreditar nas sondagens, aparentemente a escolha não é fácil para os americanos. Do outro lado do Oceano, tem de escolher entre um ignorante ou um ‘vira-casacas’. Deste lado do Ocenao, a questão coloca-se entre um mundo pior ou um mundo menos mau. Não voto, mas tenho preferência pelo marido da ‘portuguesa’. Não por acreditar que vá ser um excelente presidente, afinal estamos a tratar das presidenciais americanas, mas porque aparentemente parece-me ser o menos mau dos dois. A política do “what is our oil doing under their soil” do (ainda) actual presidente é para mim, mais que suficiente para perceber que, neste caso, uma mudança é benéfica para todos. O problema principal passa pelo facto da 'decisão' se encontrar nas mãos de um povo que se por um lado apoiam a politica militar do actual presidente, por outro lado não sabem indicar o Iraque no mapa; se por um lado derrubam um ditador, por outro lado criam ninhos de terroristas; se por um lado contribuem com cerca de 25% do total das emissões de dióxido de carbono para a atmosfera, por outro lado recusam-se a rectificar o protocolo de Quioto; se por um lado dominam no mundo da informática e das novas tecnologias, por outro lado ainda votam através de cartões perfurados; se por um lado votam maioritariamente num candidato, por outro lado podem ter como presidente o candidato menos votado. E são estes eleitores que decidem por todos nós. Infelizmente, estamos assim: a América vota e o resto do Mundo sofre em silêncio. Apetece-me citar uma frase do cartaz do filme “Alien vs Predator”: ganhe quem ganhar, nós perdemos! É assim que eu vejo estas eleições. Fuck América!
A América está a votos. A acreditar nas sondagens, aparentemente a escolha não é fácil para os americanos. Do outro lado do Oceano, tem de escolher entre um ignorante ou um ‘vira-casacas’. Deste lado do Ocenao, a questão coloca-se entre um mundo pior ou um mundo menos mau. Não voto, mas tenho preferência pelo marido da ‘portuguesa’. Não por acreditar que vá ser um excelente presidente, afinal estamos a tratar das presidenciais americanas, mas porque aparentemente parece-me ser o menos mau dos dois. A política do “what is our oil doing under their soil” do (ainda) actual presidente é para mim, mais que suficiente para perceber que, neste caso, uma mudança é benéfica para todos. O problema principal passa pelo facto da 'decisão' se encontrar nas mãos de um povo que se por um lado apoiam a politica militar do actual presidente, por outro lado não sabem indicar o Iraque no mapa; se por um lado derrubam um ditador, por outro lado criam ninhos de terroristas; se por um lado contribuem com cerca de 25% do total das emissões de dióxido de carbono para a atmosfera, por outro lado recusam-se a rectificar o protocolo de Quioto; se por um lado dominam no mundo da informática e das novas tecnologias, por outro lado ainda votam através de cartões perfurados; se por um lado votam maioritariamente num candidato, por outro lado podem ter como presidente o candidato menos votado. E são estes eleitores que decidem por todos nós. Infelizmente, estamos assim: a América vota e o resto do Mundo sofre em silêncio. Apetece-me citar uma frase do cartaz do filme “Alien vs Predator”: ganhe quem ganhar, nós perdemos! É assim que eu vejo estas eleições. Fuck América!
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