NOTAS SOLTAS
1. Cheguei de mais uma semana de trabalho no Porto. Fim-de-semana prolongado e férias. Finalmente!
2. No Domingo levanto voo, com destino a uma praia semi-deserta onde posso exibir sem qualquer problema a minha pálida barriguinha fruto de uma vida sedentária e uma alimentação socialmente incorrecta mas bastante agradável ao paladar. Até lá vou estar por aqui.
3. Nesta semana no Porto descobri uma iguaria fantástica: bôla de carne. À venda nas melhores pastelarias da cidade. Infelizmente os portuenses ainda não descobriram os caracóis.
4. Cada vez estou mais viciado em televisão. Não, não quero saber da merda do défice ou do tratado da união. Actualmente, televisão para mim é ‘Perdidos’ (RTP 1), ‘24’ (Canal 2), e ‘Donas de Casa Desesperadas’ (SIC). E nestes períodos de tempo, não estou para ninguém. E quando estou, gravo.
5. Começou finalmente a temporada Frank Miller! ‘Sin City – A Cidade do Pecado’ estreou ontem nas salas portuguesas. Frank Miller (o próprio) faz um cameo no filme no papel de padre. Garantido que o filme vale o preço do bilhete. A editora Devir prepara-se para lançar ‘A Grande Matança’ (The Big Fat Kill) e ‘Aquele Sacana Amarelo’ (That Yellow Bastard), duas histórias que servem de base ao filme Sin City. Logo a seguir, estreia a 23, o filme ‘Batman – O Inicio’, cujo argumento foi buscar inspiração às obras de Frank Miller sobre o cavaleiro das trevas: ‘Batman – Ano Um’ e ‘O Regresso do Cavaleiro das Trevas’. Eu, pecador me confesso que continuo sem arranjar tempo para ler ‘300’ da Norma Edições, baseada nos relatos verídicos de uma das mais lendárias batalhas da História da Humanidade, conta como 300 corajosos soldados espartanos, liderados pelo Rei Leonidas defenderam a Grécia do exército invasor Persa. Obviamente, uma banda desenhada de Frank Miller.
6. A newsletter recebida da livraria Mundo Fantasma anuncia a abertura do seu blogue. As últimas do mundo dos comics podem começar a ser lidas aqui.
7. O Benfica apresentou o novo treinador: o holandês Koeman. Pessoalmente, preferia que tivesse sido o francês ou o espanhol, mas a dupla Vieira-Veiga surpreende-nos mais uma vez. Suspeito que vai ser mais um ano de muito sofrimento. Só espero que o FC Porto esteja ao mesmo nível da época passada, dado que o Sporting, felizmente, manteve o Peseiro.
8. Hoje resolvi passar no clube de vídeo. O meu serão vai ser dose dupla de tubarões. Não aluguei nenhum documentário da National Geographic, mas sim ‘Open Water – Em águas profundas’ e ‘Ataque dos Tubarões 2’. De tempos em tempos, tenho de 'alimentar' este meu estranho fascínio por tubarões.
segunda-feira, junho 06, 2005
domingo, junho 05, 2005
SELECÇÃO
Esta Selecção já não me entusiasma! Continuo a ir ver os jogos mas já não vibro como vibrei aquando do Europeu de 2000. Depois da vergonha do Mundial de 2002 e da desilusão do Europeu de 2004, já não me consigo entusiasmar. Desta vez, Portugal lá cumpriu. Dois lances de bola parada e dois golos. Um futebol assim-assim e uma vitória. Fica satisfeito por mais uma vez nenhum dos golos ter sido marcado por Pauleta. É importante que se perceba que jogue os jogos que jogar, marque os golos que marcar, Pauleta nunca chegará nem a metade do que Eusébio foi como jogador. Obviamente que para mim, Pauleta é um jogador a mais na Selecção. Quanto ao regresso de Figo, já aqui tinha escrito o que pensava. Agora que regressou, considero que faz mais falta no balneário a rezar agarrada à Santa que em campo a correr atrás da bola. Também Figo é para mim um dos jogadores a mais na Selecção. Quanto a jogadores a menos, falta-nos uma defesa completa incluindo o guarda-redes e mais o ‘fab’ Rui Costa. Podem dizer que o Rui é passado. Mas eu ainda sou do tempo em que a Selecção jogava bom futebol. Para mim esta Selecção é uma má selecção, com jogadores a mais e com jogadores a menos. Não me entusiasma!
Esta Selecção já não me entusiasma! Continuo a ir ver os jogos mas já não vibro como vibrei aquando do Europeu de 2000. Depois da vergonha do Mundial de 2002 e da desilusão do Europeu de 2004, já não me consigo entusiasmar. Desta vez, Portugal lá cumpriu. Dois lances de bola parada e dois golos. Um futebol assim-assim e uma vitória. Fica satisfeito por mais uma vez nenhum dos golos ter sido marcado por Pauleta. É importante que se perceba que jogue os jogos que jogar, marque os golos que marcar, Pauleta nunca chegará nem a metade do que Eusébio foi como jogador. Obviamente que para mim, Pauleta é um jogador a mais na Selecção. Quanto ao regresso de Figo, já aqui tinha escrito o que pensava. Agora que regressou, considero que faz mais falta no balneário a rezar agarrada à Santa que em campo a correr atrás da bola. Também Figo é para mim um dos jogadores a mais na Selecção. Quanto a jogadores a menos, falta-nos uma defesa completa incluindo o guarda-redes e mais o ‘fab’ Rui Costa. Podem dizer que o Rui é passado. Mas eu ainda sou do tempo em que a Selecção jogava bom futebol. Para mim esta Selecção é uma má selecção, com jogadores a mais e com jogadores a menos. Não me entusiasma!
terça-feira, maio 31, 2005
FEIRA (2)
Sempre suspeitei que a Feira do Livro de Lisboa encerra em si qualquer coisa de ‘Franca’. Porque outro motivo se divulga tanto a realização de uma feira onde as editoras pouco ou nada apostam em novos lançamentos literários, onde os preços praticados pouco ou nada diferem das livrarias e o negócio se resume ao escoamento de stocks? É verdade é que a Feira do Livro de Lisboa através da venda directa do editor ao consumidor, permite uma poupança significativa às editoras com a eliminação das margens de distribuição. Mas também é verdade que a poupança verificada não se traduz em preços de capa mais baixos. Então porquê a Feira? Cá para mim e aqui entre nós que ninguém nos ouve, o negócio está nas vendas directas. É que são tão directas, que até o próprio Estado fica de fora. E assim, com a cumplicidade de todos nós, a Feira do Livro de Lisboa ganha razão de existir. Não fosse este um país onde ‘o segredo é a alma do negócio’ e a palavra ‘Franca’ apareceria orgulhosamente escancarada depois da palavra ‘Feira’ e antes da palavra ‘Livro’.
Sempre suspeitei que a Feira do Livro de Lisboa encerra em si qualquer coisa de ‘Franca’. Porque outro motivo se divulga tanto a realização de uma feira onde as editoras pouco ou nada apostam em novos lançamentos literários, onde os preços praticados pouco ou nada diferem das livrarias e o negócio se resume ao escoamento de stocks? É verdade é que a Feira do Livro de Lisboa através da venda directa do editor ao consumidor, permite uma poupança significativa às editoras com a eliminação das margens de distribuição. Mas também é verdade que a poupança verificada não se traduz em preços de capa mais baixos. Então porquê a Feira? Cá para mim e aqui entre nós que ninguém nos ouve, o negócio está nas vendas directas. É que são tão directas, que até o próprio Estado fica de fora. E assim, com a cumplicidade de todos nós, a Feira do Livro de Lisboa ganha razão de existir. Não fosse este um país onde ‘o segredo é a alma do negócio’ e a palavra ‘Franca’ apareceria orgulhosamente escancarada depois da palavra ‘Feira’ e antes da palavra ‘Livro’.
segunda-feira, maio 30, 2005
ADEUS
Foi o adeus à Taça. Confesso também que não a esperava. Já me deliciei com o inesperado título de campeão. O Benfica do Estádio Nacional foi o reflexo do Benfica do Campeonato, só que desta vez faltou-nos ...a sorte. De resto estava lá tudo: o mesmo onze, a mesma cultura táctica, as substituições do costume. Agora altos valores se elevam. É tempo de dizer adeus e obrigado ao mister Trapattoni, ao senhor Álvaro Magalhães, ao senhor José Veiga e a mais meia-dúzia de jogadores de qualidade duvidosa. Porque convenhamos, o conjunto de factores extraordinários que marcaram a época futebolística de 2004/05 dificilmente se repetirão e a sorte não é elástica. Na longínqua época de 1998/99, o Benfica com 65 pontos ficou em 3º lugar, desta vez foi campeão. Os sócios, os adeptos, as expectativas e as responsabilidades da próxima época exigem: primeiro, um plantel de qualidade; segundo, uma equipa a jogar bom futebol. Os títulos virão por acréscimo!
Foi o adeus à Taça. Confesso também que não a esperava. Já me deliciei com o inesperado título de campeão. O Benfica do Estádio Nacional foi o reflexo do Benfica do Campeonato, só que desta vez faltou-nos ...a sorte. De resto estava lá tudo: o mesmo onze, a mesma cultura táctica, as substituições do costume. Agora altos valores se elevam. É tempo de dizer adeus e obrigado ao mister Trapattoni, ao senhor Álvaro Magalhães, ao senhor José Veiga e a mais meia-dúzia de jogadores de qualidade duvidosa. Porque convenhamos, o conjunto de factores extraordinários que marcaram a época futebolística de 2004/05 dificilmente se repetirão e a sorte não é elástica. Na longínqua época de 1998/99, o Benfica com 65 pontos ficou em 3º lugar, desta vez foi campeão. Os sócios, os adeptos, as expectativas e as responsabilidades da próxima época exigem: primeiro, um plantel de qualidade; segundo, uma equipa a jogar bom futebol. Os títulos virão por acréscimo!
domingo, maio 29, 2005
FEIRA (1)
A palavra ‘feira’ sempre me sugeriu um local onde tudo se vende a preços baixos. Logo entendo que ‘feira do livro’ é um local onde se vendem livros... baratos. A fazer fé nisto visitei a Feira do Livro de Lisboa. O meu interesse literário centra-se em banda desenhada. Por brincadeira, para avaliar uma feira, costumo seguir o que chamo de ‘indicador Asterix’, ou seja, considero que o preço justo de bem universal – álbum da colecção Asterix – é de 8 euros. Valores acima tenho preços especulativos; valores igual ou abaixo tenho preços de feira. Pois é, a verdade é que os únicos álbuns do Asterix que encontrei foi no stand das Edições Asa e custavam € 10,90. A título de comparativo na FNAC estão a € 10,80; no Continente a € 9,00. Por curiosidade, o livro destes meninos custa na FNAC € 13,50; no stand dos Livros Cotovia o preço marcado é € 13,50. Resumindo, feira, feira não temos, mas parece que uma centena de livreiros está concentrada no alto do Parque Eduardo VII.
A palavra ‘feira’ sempre me sugeriu um local onde tudo se vende a preços baixos. Logo entendo que ‘feira do livro’ é um local onde se vendem livros... baratos. A fazer fé nisto visitei a Feira do Livro de Lisboa. O meu interesse literário centra-se em banda desenhada. Por brincadeira, para avaliar uma feira, costumo seguir o que chamo de ‘indicador Asterix’, ou seja, considero que o preço justo de bem universal – álbum da colecção Asterix – é de 8 euros. Valores acima tenho preços especulativos; valores igual ou abaixo tenho preços de feira. Pois é, a verdade é que os únicos álbuns do Asterix que encontrei foi no stand das Edições Asa e custavam € 10,90. A título de comparativo na FNAC estão a € 10,80; no Continente a € 9,00. Por curiosidade, o livro destes meninos custa na FNAC € 13,50; no stand dos Livros Cotovia o preço marcado é € 13,50. Resumindo, feira, feira não temos, mas parece que uma centena de livreiros está concentrada no alto do Parque Eduardo VII.
sábado, maio 28, 2005
NÃO, NÃO E NÃO
A fazer fé nas últimas sondagens e há cerca de 52% dos eleitores franceses que merecem a minha consideração. Engraçado porque o Pacheco Pereira, o Manuel Monteiro e a malta do Bloco também se juntaram ao grupo!
A fazer fé nas últimas sondagens e há cerca de 52% dos eleitores franceses que merecem a minha consideração. Engraçado porque o Pacheco Pereira, o Manuel Monteiro e a malta do Bloco também se juntaram ao grupo!
quinta-feira, maio 26, 2005
FELIZMENTE PARA O PAÍS QUE EXISTEM FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS
Passada a euforia, mas não a alegria pela conquista de mais um campeonato nacional, acordo para a nossa realidade. O país tem outra vez um defice! O defice. Esse monstro mitológico, que engole nações inteiras sem mastigar, regressou. Ciclicamente, os funcionários públicos são chamados para pagar a crise. Mais uma vez, são as eternas medidas ‘necessárias’ e ‘excepcionais’. Como se não fossem sempre! O anterior governo descobriu um defice de 4,8%, subiu impostos e congelou aumentos na função pública; o presente governo descobre um defice de 6,8%, sobe impostos e congela progressões na função pública. Começo a desconfiar que os funcionários públicos são de uma casta inferior da população portuguesa. Como não existe evasão e fraude fiscal nas empresas, como não existe incompetência nem desperdício de dinheiro na gestão de empresas públicas, como não existem ‘mil e uma mordomias’ para uma classe de sanguessugas que vão desde do autarca ao deputado, felizmente para o pais que existem funcionários públicos. É que o país conta com eles para pagar duas vezes as contas. Que há vida para além do defice, não duvido; se há vida na função pública para além das medidas, já começo a ter sérias dúvidas!
Passada a euforia, mas não a alegria pela conquista de mais um campeonato nacional, acordo para a nossa realidade. O país tem outra vez um defice! O defice. Esse monstro mitológico, que engole nações inteiras sem mastigar, regressou. Ciclicamente, os funcionários públicos são chamados para pagar a crise. Mais uma vez, são as eternas medidas ‘necessárias’ e ‘excepcionais’. Como se não fossem sempre! O anterior governo descobriu um defice de 4,8%, subiu impostos e congelou aumentos na função pública; o presente governo descobre um defice de 6,8%, sobe impostos e congela progressões na função pública. Começo a desconfiar que os funcionários públicos são de uma casta inferior da população portuguesa. Como não existe evasão e fraude fiscal nas empresas, como não existe incompetência nem desperdício de dinheiro na gestão de empresas públicas, como não existem ‘mil e uma mordomias’ para uma classe de sanguessugas que vão desde do autarca ao deputado, felizmente para o pais que existem funcionários públicos. É que o país conta com eles para pagar duas vezes as contas. Que há vida para além do defice, não duvido; se há vida na função pública para além das medidas, já começo a ter sérias dúvidas!
segunda-feira, maio 23, 2005
domingo, maio 22, 2005
sábado, maio 21, 2005
O ALEX DE OLIVER STONE
Aluguei no clube de vídeo o filme “Alexandre” de Oliver Stone. Em má hora o fiz. Em vez da biografia de um dos maiores estratega e chefe militar de sempre, que aos 26 anos de idade conquistou um dos maiores impérios da História, com o sonho de unir a cultura ocidental e oriental, acabo por assistir a um desfiar de imagens de uma narrativa mal estruturada, com importantes falhas, onde o realizador considerou que o essencial seria realçar até à exaustão a (suposta) homossexualidade de Alexandre. Como acredito que a comunidade gay tenha vibrado com um Collin Farrell ‘oxigenado’ a deliciar-se com coxas masculinas. As próprias cenas das batalhas são confusas e dispersas, ou seja, mal filmadas, com destaque especial para a batalha de Gaugamela. Para merdas destas, acabaram-se os filmes de Oliver Stone. Prefiro guardar na memória bons filmes como “Os Bravos do Pelotão”, “Nascido a 4 de Julho” ou “JFK”.
Aluguei no clube de vídeo o filme “Alexandre” de Oliver Stone. Em má hora o fiz. Em vez da biografia de um dos maiores estratega e chefe militar de sempre, que aos 26 anos de idade conquistou um dos maiores impérios da História, com o sonho de unir a cultura ocidental e oriental, acabo por assistir a um desfiar de imagens de uma narrativa mal estruturada, com importantes falhas, onde o realizador considerou que o essencial seria realçar até à exaustão a (suposta) homossexualidade de Alexandre. Como acredito que a comunidade gay tenha vibrado com um Collin Farrell ‘oxigenado’ a deliciar-se com coxas masculinas. As próprias cenas das batalhas são confusas e dispersas, ou seja, mal filmadas, com destaque especial para a batalha de Gaugamela. Para merdas destas, acabaram-se os filmes de Oliver Stone. Prefiro guardar na memória bons filmes como “Os Bravos do Pelotão”, “Nascido a 4 de Julho” ou “JFK”.
sexta-feira, maio 20, 2005
STAR WARS – A VINGANÇA DOS SITH

Avassalador! É a melhor palavra que encontro para descrever o episódio “III” da “Guerra da Estrelas”. É sem sombra de dúvidas o melhor filme de toda a saga. Irrepreensível: o desenvolvimento da história, a ‘passagem’ de Anakin para o lado negro da Força, as sequências das batalhas, os duelos de sabre de luz, a perfeita ligação entre o episódio “II” e o episódio “IV”. Tudo fantástico. Um início de filme alucinante, um desenrolar da história brutal e um final poderoso. Podemos ficar todos descansados. A saga está finalmente completa. George Lucas cumpriu na perfeição! Classificação: 10/10.

Avassalador! É a melhor palavra que encontro para descrever o episódio “III” da “Guerra da Estrelas”. É sem sombra de dúvidas o melhor filme de toda a saga. Irrepreensível: o desenvolvimento da história, a ‘passagem’ de Anakin para o lado negro da Força, as sequências das batalhas, os duelos de sabre de luz, a perfeita ligação entre o episódio “II” e o episódio “IV”. Tudo fantástico. Um início de filme alucinante, um desenrolar da história brutal e um final poderoso. Podemos ficar todos descansados. A saga está finalmente completa. George Lucas cumpriu na perfeição! Classificação: 10/10.
quinta-feira, maio 19, 2005
quarta-feira, maio 18, 2005
QUE VENÇA O MELHOR...
Hoje vou ao futebol. Não como simpatizante do Sporting ou do CSKA mas sim como adepto de futebol. Muitas vezes faço isto. Vou ver jogos onde não intervêm o meu clube. Vou pelo futebol. Hoje é um desses dias. Quero ver um bom jogo e se possível bastantes golos. Quanto ao resultado e vencedor, é-me indiferente. Como diz o dito popular, que vença o melhor...
Hoje vou ao futebol. Não como simpatizante do Sporting ou do CSKA mas sim como adepto de futebol. Muitas vezes faço isto. Vou ver jogos onde não intervêm o meu clube. Vou pelo futebol. Hoje é um desses dias. Quero ver um bom jogo e se possível bastantes golos. Quanto ao resultado e vencedor, é-me indiferente. Como diz o dito popular, que vença o melhor...
terça-feira, maio 17, 2005
AS FORÇAS
Terça-Feira. Pressinto que esta semana passe a correr. Acontece sempre assim, nas vésperas de grandes acontecimentos. Desta vez, um cinematográfico e outro desportivo.
Quinta-feira. Obviamente, Star Wars – Episódio III. Também faço parte desta ‘grande familia’. Já escolhi o cinema: Alvaláxia. A sessão exibida em formato digital. Até lá preparo-me. Em dvd, revi o “I” e preparo-me para rever o “II”. Os antecessores são os dois filmes mais fracos de toda a saga. Espero que o “III” salve a primeira trilogia. Que a Força esteja contigo George Lucas.
Domingo. A semana termina com o ‘jogo da década’. Não haverá noventa minutos mais importantes do que aqueles que se jogarem no Estádio do Bessa. Um jogo em que o Benfica não jogará apenas contra o Boavista. Jogará também contra um sistema que nos impede de chegar ao título à onze anos, contra uma corrupção que tem no processo ‘apito dourado’ as suas várias faces, contra um anti-benfiquismo primário que tem na sua figura de proa o presidente do FC Porto. Resumindo, os noventa minutos mais longos da minha vida. Cada segundo conta. Ainda não festejei nada. Reúno Forças para Domingo.
Terça-Feira. Pressinto que esta semana passe a correr. Acontece sempre assim, nas vésperas de grandes acontecimentos. Desta vez, um cinematográfico e outro desportivo.
Quinta-feira. Obviamente, Star Wars – Episódio III. Também faço parte desta ‘grande familia’. Já escolhi o cinema: Alvaláxia. A sessão exibida em formato digital. Até lá preparo-me. Em dvd, revi o “I” e preparo-me para rever o “II”. Os antecessores são os dois filmes mais fracos de toda a saga. Espero que o “III” salve a primeira trilogia. Que a Força esteja contigo George Lucas.
Domingo. A semana termina com o ‘jogo da década’. Não haverá noventa minutos mais importantes do que aqueles que se jogarem no Estádio do Bessa. Um jogo em que o Benfica não jogará apenas contra o Boavista. Jogará também contra um sistema que nos impede de chegar ao título à onze anos, contra uma corrupção que tem no processo ‘apito dourado’ as suas várias faces, contra um anti-benfiquismo primário que tem na sua figura de proa o presidente do FC Porto. Resumindo, os noventa minutos mais longos da minha vida. Cada segundo conta. Ainda não festejei nada. Reúno Forças para Domingo.
Subscrever:
Mensagens (Atom)





