Não sou um viciado mas admito ser um utilizador compulsivo. Assumo que a internet faz parte da minha vida, mas ainda não preciso de frequentar grupos de apoio. E desde que descobri estes mundos de liberdade que são os weblogs, a minha ‘navegação’ alterou-se por completo. Não peço licença para entrar. Simplesmente entro.
A leitura diária de alguns blogs ou blogues (como queiram) (alguns mantenho um link nesta página outros encontram-se guardados nos meus favoritos) tornou-se quase obrigatória. Tenho uma preferência por aqueles que se manifestam num partilhar de gostos, impressões, vivências ou opiniões e que são colocados por nomes sem caras. E assim estabeleço uma cumplicidade anónima, que por vezes se traduz num comentário ou num link. Gosto de um mundo assim. De cumplicidades. Através do Pipi mantenho a boa disposição, é sem dúvida um blog que 'sem ultrapassar o risco' me faz rir. Já no Fight-Club leio com prazer pontos de vista numa escrita simples. Em segredo olho para a Lua e folheio um diário. Enquanto o Diabo não tem dado noticias, com a Bola na Área corre-se 90 minutos. O discurso do Pintainho deixa-me desnorteado. Do lado de cá a vida é feita de comentários. E assim através de ‘clicks’ e ‘links’ vou descobrindo este Novo Mundo. E como gosto, vou ficar por cá!
domingo, agosto 31, 2003
Aproxima-se nova temporada cinematográfica
- The Lord of the Rings: The Return of the King de Peter Jackson
- The League of Extraordinary Gentlemen de Stephen Norrington
- Kill Bill de Quentin Tarantino
- Matrix Revolutions
- Shrek 2
- In the Cut de Jane Campion
- The Álamo de John Lee Hancock
- The Last Samurai de Edward Zwick
- The League of Extraordinary Gentlemen de Stephen Norrington
- Kill Bill de Quentin Tarantino
- Matrix Revolutions
- Shrek 2
- In the Cut de Jane Campion
- The Álamo de John Lee Hancock
- The Last Samurai de Edward Zwick
Foi você que pediu um choque fiscal ?
Parece que o nosso Primeiro-Ministro e a Ministra das Finanças preparam medidas para a recuperação de Portugal, começando por uma redução de impostos para as empresas, no âmbito do Orçamento de Estado para 2004, ao baixar o IRC dos actuais 30 para 25 por cento. Acontece que em Portugal, segundo dados oficiais, cerca de 80% das nossas empresas não pagam IRC por usufruírem de benefícios fiscais ou por apresentarem prejuízos fiscais sucessivamente. Quem paga vai pagar menos, quem não paga continua sem pagar. Assim, deve-se interpretar as palavras do nosso PM da seguinte forma: “não perguntem o que é que o vosso País pode fazer por vocês, mas sim o que vocês – os contribuinte singulares – podem fazer pelo vosso País”. A resposta é óbvia!
sexta-feira, agosto 29, 2003
10 +
- Jaws (Tubarão) de Steven Spielberg
- The Usual Suspects (Os Suspeitos do Costume) de Bryan Singer
- Se7en (Sete Pecados Mortais) de David Fincher
- Pulp Fiction (Pulp Fiction) de Quentin Tarantino
- Alien (Alien - O 8º passageiro) de Ridley Scott
- A Clockwork Orange (A Laranja Mecânica) de Stanley Kubrick
- The Dead Zone (Zona de Perigo) de David Cronenberg
- The Lord of the Rings: The Two Towers (O Senhor dos Anéis: As Duas Torres) de Peter Jackson
- Dead Poets Society (O Clube dos Poetas Mortos) de Peter Weir
- The Godfather (O Padrinho) de Francis Ford Coppola
- The Usual Suspects (Os Suspeitos do Costume) de Bryan Singer
- Se7en (Sete Pecados Mortais) de David Fincher
- Pulp Fiction (Pulp Fiction) de Quentin Tarantino
- Alien (Alien - O 8º passageiro) de Ridley Scott
- A Clockwork Orange (A Laranja Mecânica) de Stanley Kubrick
- The Dead Zone (Zona de Perigo) de David Cronenberg
- The Lord of the Rings: The Two Towers (O Senhor dos Anéis: As Duas Torres) de Peter Jackson
- Dead Poets Society (O Clube dos Poetas Mortos) de Peter Weir
- The Godfather (O Padrinho) de Francis Ford Coppola
quarta-feira, agosto 27, 2003
Planeta Vermelho
A curiosidade atraiu-me ao terraço do meu prédio, para olhar o céu. A olho nú consegui ver um ponto mais brilhante que todos os outros. Dizem os especialistas que é Marte a pouco menos 60 milhões de quilómetros(!) e que esta é a sua maior proximidade da Terra em quase 60 mil anos(!). Eu acreditei!
Se
O regresso à rotina das “9 às 5” não tem sido fácil. Grande parte do meu dia útil fica ocupado. Logo tenho menos tempo para mim! São mil e umas situações a exigir cada uma atenção especial. Nestas alturas, lembro-me do já falecido Prof. Agostinho da Silva quando dizia que “O Homem não nasceu para trabalhar, nasceu para criar”. Não podia ter mais razão! Se eu pudesse viver do ar!
segunda-feira, agosto 25, 2003
Futebóis
A convite de um amigo fui ver o Estrela de Amadora – FC Porto à Reboleira para um camarote. Apesar dos bilhetes para sócios do Estela serem de apenas € 3,00 o estádio apresentava-se quase vazio. A única massa humana compacta era a claque do Porto. Ao olhar para as condições em termos de conforto e segurança que este estádio (e provavelmente muitos outros por esse pais fora) oferece ao público, percebo perfeitamente a opção dos portugueses pelo sofá e televisão em casa.
É verdade, o resultado do jogo de hoje (ontem) foi um justíssimo empate a uma bola.
É verdade, o resultado do jogo de hoje (ontem) foi um justíssimo empate a uma bola.
domingo, agosto 24, 2003
Fiesta
Daqui a uma semana, por esta hora, já devo estar de copo na mão (o calor assim o obriga!), acompanhado de um bom grupo de amigos (mais uma vez devem lá estar todos!), a tentar dançar umas sevilhanas no 'sempre cheio' bar A Forja em Barrancos. Agora que “a questão de Barrancos” deixou de ser um problema nacional - finalmente houve bom senso na cabeça dos politicos - o ponto alto das festas deste ano prometem ser um regresso às origens, ou seja, só para aficionados e não para turistas-à-procura-de-ver-confusão. E como as tradições são para se cumprir, da minha parte espero marcar presença pelo 12º ano consecutivo, porque felizmente há 'vícios' que depois de casado não se perdem. “Torero, torero, torero”. Viva Barrancos e as suas gentes!
sexta-feira, agosto 22, 2003
24 (2)
Acabou-se a minha dose semanal das Quintas-feiras. O final foi surpreendente. Acabou mal, tal como eu gosto. Não gosto de finais óbvios, pelo que sempre que sou surpreendido, fico satisfeito. Pode-se dizer que não gosto de finais felizes e não gosto mesmo. Distorcem a realidade. O meu mundo real é que ficou distorcido. Agora o que é que eu faço às Quintas à noite?
24
Daqui a sensivelmente meia-hora começa no canal 1 (é verdade no canal 1) o último episódio de uma das melhores séries que tem passado nos últimos tempos pelas nossa televisões e o único programa de televisão que sigo fielmente. Falo é claro de "24". Esta excelente série é uma digna sucessora de séries de culto, como o "Profiler", "Ficheiro Secretos" ou "Os Homens do Presidente" que durante tanto me mantiveram 'agarrado' ao televisor. Hoje acaba, mas como se costuma dizer "rei morto, rei posto", espero que na nova grelha de Setembro esteja lá contemplada a 2ª série de episódios. Pelo que fica aqui um até já "24"!
quinta-feira, agosto 21, 2003
Crónica de um pai: dia 10
Dia 10. O dia de hoje pouco variou em relação a ontem. Pouco há para contar. A diferença foi que acordamos mais cedo. Tentei fazer o horário que vai prevalecer a partir de 2ª feira. Em termos de trânsito, pouco deu para ver, dado que Agosto é o melhor mês do ano para se andar de carro em Lisboa. Chegados a casa dos meus sogros, ele já se encontrava com um cara de sono, ainda lhe faltava dormir mais uma hora.
A hora da refeição, esta infelizmente, também pouco variou em relação ao dia anterior. Este bebé não vive para comer. A partir de Sábado, vamos introduzir a sopa. Pode ser que ele goste mais. O resto da tarde foi dividido entre as atenções dos avós e a hora da sesta. Fica entregue em boas mãos. A mãe demora é mais tempo a chegar a casa dos pais do que a nossa. Vai ter de contar com isso.
E assim chegam hoje ao fim estas minhas crónicas sobre o meu dia-a-dia sozinho com o meu filho de 5 meses. Como pai, foi uma experiência única e gratificante que serviu para criar laços mais forte entre nós os dois. Quando penso em 2ª feira, já sinto saudades das brincadeiras dele e do sorriso dele. Por todos os momentos que passamos juntos, obrigado Puto !!!
A hora da refeição, esta infelizmente, também pouco variou em relação ao dia anterior. Este bebé não vive para comer. A partir de Sábado, vamos introduzir a sopa. Pode ser que ele goste mais. O resto da tarde foi dividido entre as atenções dos avós e a hora da sesta. Fica entregue em boas mãos. A mãe demora é mais tempo a chegar a casa dos pais do que a nossa. Vai ter de contar com isso.
E assim chegam hoje ao fim estas minhas crónicas sobre o meu dia-a-dia sozinho com o meu filho de 5 meses. Como pai, foi uma experiência única e gratificante que serviu para criar laços mais forte entre nós os dois. Quando penso em 2ª feira, já sinto saudades das brincadeiras dele e do sorriso dele. Por todos os momentos que passamos juntos, obrigado Puto !!!
quarta-feira, agosto 20, 2003
Crónica de um pai: dia 9
Dia 9. Com o final da minha ‘baixa parental’ aproximar-se perigosamente do fim, está na hora de começar a passar o ‘testemunho’ aos avós, uma vez que são eles a partir de 2ª feira que vão começar a tomar conta do meu herdeiro até ele fazer um ano de idade. Assim, o dia hoje foi diferente de todos os outros até agora. Foi passado em casa dos meus sogros. Tinha planeado levantar-me às 9.00 AM, mas o máximo que consegui foi virar-me para o outro lado. Só acordei às 11.00 AM. O tempo suficiente para me despachar e estar pronto a seguir viagem para os lados do Lumiar, assim que o bebé acordasse. Foi acordar e partir. Fiquei com a impressão que ele estranhou toda aquela movimentação. A viagem de carro, a alegria da avó, a ‘nova’ cama, as brincadeiras do avô. A partir de agora esta rotina começava a ser o seu ‘novo mundo’.
A minha principal preocupação era transmitir os cuidados a ter na hora da refeição. Já sabia as dificuldades que eu tinha passado, pelo que estava algo pessimista em relação à minha sogra. Expliquei-lhe como devia preparar a papa – não muito líquida –, os ‘truques’ que utilizava para ele abrir a boca (não, não contei que cantava para ele!) e as reacções que ele costumava ter (para ela não se assustar logo à primeira).
Quando a hora da verdade chegou, deu logo para verificar que a tarefa não ia ser fácil. Ao contrário do que se tinha passado nos últimos dia, desta vez o bebé não abria a boca para comer, o dificultou tudo. A minha sogra aparentava também algum nervosismo, o que se compreende, afinal era a primeira vez que lhe dava a papa. Com muita insistência, acompanhada de música de uma antiga caixa de música que o avô foi buscar, a avó lá fazia chegar a colher ao seu destino. Houve porem algumas que se perderam no caminho. Tambem me aconteceu.
Mais ou menos a meio da refeição, o bebé manifestou-se, chorando, que já não queria comer mais. Foi então, que peguei nele, de forma a conseguir-lhe dar o resto da papa. Notei um certo alívio por parte da avó, mas reconheço que esteve bem para a primeira vez. Dar-lhe de comer não é tarefa fácil e eu que o diga. Com o velho truque da chucha, consegui que ele acabasse de comer a papa que restava no prato. A verdade é que o prato ficou quase vazio. Deu para passar a mensagem. A lição n.º 1 é Paciência.
A tarde foi um descanso. Como já conhece os avós, enquanto não pegou o sono, distribuiu sorrisos por cada brincadeira ou som que se fazia. Por volta das duas da tarde, foi só coloca-lo na sua cama, porque a hora da sesta é sagrada. Pouco faltava para as quatro da tarde quando acordou. De imediato foi rodeado pelos avós. Os meus sogros estavam ansiosos por este dia. Parte da “culpa” também é nossa (dos pais), porque desde que o bebé nasceu sempre o protegemos das ‘confusões’ da família. Quisemos cria-lo nos primeiros seis meses de vida, no “nosso” ambiente sem nunca o privamos da nossa companhia. Mas partir de agora, o seu desenvolvimento exige mais, assim, com uma capacidade de comunicação já desenvolvida e um olhar curioso sobre tudo o que o rodeia, está na hora de enfrentar o Mundo. Força Puto!
A minha principal preocupação era transmitir os cuidados a ter na hora da refeição. Já sabia as dificuldades que eu tinha passado, pelo que estava algo pessimista em relação à minha sogra. Expliquei-lhe como devia preparar a papa – não muito líquida –, os ‘truques’ que utilizava para ele abrir a boca (não, não contei que cantava para ele!) e as reacções que ele costumava ter (para ela não se assustar logo à primeira).
Quando a hora da verdade chegou, deu logo para verificar que a tarefa não ia ser fácil. Ao contrário do que se tinha passado nos últimos dia, desta vez o bebé não abria a boca para comer, o dificultou tudo. A minha sogra aparentava também algum nervosismo, o que se compreende, afinal era a primeira vez que lhe dava a papa. Com muita insistência, acompanhada de música de uma antiga caixa de música que o avô foi buscar, a avó lá fazia chegar a colher ao seu destino. Houve porem algumas que se perderam no caminho. Tambem me aconteceu.
Mais ou menos a meio da refeição, o bebé manifestou-se, chorando, que já não queria comer mais. Foi então, que peguei nele, de forma a conseguir-lhe dar o resto da papa. Notei um certo alívio por parte da avó, mas reconheço que esteve bem para a primeira vez. Dar-lhe de comer não é tarefa fácil e eu que o diga. Com o velho truque da chucha, consegui que ele acabasse de comer a papa que restava no prato. A verdade é que o prato ficou quase vazio. Deu para passar a mensagem. A lição n.º 1 é Paciência.
A tarde foi um descanso. Como já conhece os avós, enquanto não pegou o sono, distribuiu sorrisos por cada brincadeira ou som que se fazia. Por volta das duas da tarde, foi só coloca-lo na sua cama, porque a hora da sesta é sagrada. Pouco faltava para as quatro da tarde quando acordou. De imediato foi rodeado pelos avós. Os meus sogros estavam ansiosos por este dia. Parte da “culpa” também é nossa (dos pais), porque desde que o bebé nasceu sempre o protegemos das ‘confusões’ da família. Quisemos cria-lo nos primeiros seis meses de vida, no “nosso” ambiente sem nunca o privamos da nossa companhia. Mas partir de agora, o seu desenvolvimento exige mais, assim, com uma capacidade de comunicação já desenvolvida e um olhar curioso sobre tudo o que o rodeia, está na hora de enfrentar o Mundo. Força Puto!
10 +
- brincar com o meu filho de 5 meses
- assistir aos jogos do Benfica
- comer bolo de chocolate
- ficar estendido à beira-mar numa praia
- ler banda desenhada
- jantaradas com o grupo de amigos
- jogar futebol
- ver cinema em salas vazias
- passar um serão a jogar jogos de tabuleiro
- marcar presença nas festas de Barrancos
- assistir aos jogos do Benfica
- comer bolo de chocolate
- ficar estendido à beira-mar numa praia
- ler banda desenhada
- jantaradas com o grupo de amigos
- jogar futebol
- ver cinema em salas vazias
- passar um serão a jogar jogos de tabuleiro
- marcar presença nas festas de Barrancos
terça-feira, agosto 19, 2003
Cronica de um pai: dia 8
Dia 8. À semelhança de ontem, também hoje o dia começou com um chichi em cima do pai. Por mais atenção que eu tenha, apanha-me sempre desprevenido! Logo a seguir dormiu até ás 11.30 AM. Hoje o dia foi diferente. A meio da manha, apareceram cá em casa a avó paterna e as duas tias (as minhas irmãs). Foi um dia de fortes emoções. Para ele e para as visitas. Adorou a tia mais nova. Também só ela com paciência para fazer palhaçadas de que ele gosta. Com mais paciência que a tia só mesmo o pai. Muito se riu o puto com as brincadeiras. Em relação à avó, o caso mudou de figura. Primeiro estranhou e depois chorou, para tristeza da minha mãe. Mas depois lá se foi habituando e ainda durante a manha começou a sorrir para ela. Ninguém o largou até à hora do almoço.
Pontualmente, às 12.30 começou a refeição. A minha vida começa a estar facilitada. Para gáudio do pai, já abre a boca para comer. Finalmente! Muito concentrado nas ‘caras novas’, ia comendo ao seu ritmo. Nem a sessão fotográfica durante a refeição o incomodou. Não comeu a papa toda, mas tambem já deixei de insistir quando vejo que ele já não come mais. Não sobrou muito no prato. Não há nada como uma lufada de ar fresco na rotina do dia-a-dia! Fralda mudada (continua é o problema dos ‘intestinos presos‘) e limpeza efectuada, foi a nossa companhia durante o almoço. O prato foi frango. Qualidade de vida é morar perto de tudo, o que inclui uma churrasqueira. A conversa foi animada. O assunto versou a nossa infância. Histórias que ficam para sempre. O bebé manteve-se desperto o tempo suficiente para aguentar com um sorriso na cara, a maratona fotográfica que se seguiu. Ora era no colo da tia mais nova com a máquina da avó, ora era na companhia das tias e da avó com a máquina do pai, ora era no colo da tia do meio com a máquina da tia mais nova e assim por diante. Houve fotografias para todos os gostos e feitios. No final ninguém se queixou.
Por volta das 14.30 foi a hora da sesta. Há hábitos que se mantêm. Na sua cama, ele chorou um bocado mas era de sono. E logo adormeceu nos braços de Morfeu. Dormiu cerca de uma hora. Depois passou para a cama de casal dos pais e ai manteve-se ocupado a brincar com a fronha das almofadas. Estranha brincadeira mas ele acha piada. Almofada para aqui, almofada para ali e assims e manteve ocupado. A minha mãe e uma das tias, entretanto, já se tinham ido embora, pelo que fiquei na conversa com minha irmã mais nova. Por volta das 16.10 chegou a mãe. Foi um dia diferente e muito bem passado. Faz bem variar! A reduzida crónica de hoje resume a rapidez com que as horas passaram durante o dia.
Felizmente que há dias assim!
Pontualmente, às 12.30 começou a refeição. A minha vida começa a estar facilitada. Para gáudio do pai, já abre a boca para comer. Finalmente! Muito concentrado nas ‘caras novas’, ia comendo ao seu ritmo. Nem a sessão fotográfica durante a refeição o incomodou. Não comeu a papa toda, mas tambem já deixei de insistir quando vejo que ele já não come mais. Não sobrou muito no prato. Não há nada como uma lufada de ar fresco na rotina do dia-a-dia! Fralda mudada (continua é o problema dos ‘intestinos presos‘) e limpeza efectuada, foi a nossa companhia durante o almoço. O prato foi frango. Qualidade de vida é morar perto de tudo, o que inclui uma churrasqueira. A conversa foi animada. O assunto versou a nossa infância. Histórias que ficam para sempre. O bebé manteve-se desperto o tempo suficiente para aguentar com um sorriso na cara, a maratona fotográfica que se seguiu. Ora era no colo da tia mais nova com a máquina da avó, ora era na companhia das tias e da avó com a máquina do pai, ora era no colo da tia do meio com a máquina da tia mais nova e assim por diante. Houve fotografias para todos os gostos e feitios. No final ninguém se queixou.
Por volta das 14.30 foi a hora da sesta. Há hábitos que se mantêm. Na sua cama, ele chorou um bocado mas era de sono. E logo adormeceu nos braços de Morfeu. Dormiu cerca de uma hora. Depois passou para a cama de casal dos pais e ai manteve-se ocupado a brincar com a fronha das almofadas. Estranha brincadeira mas ele acha piada. Almofada para aqui, almofada para ali e assims e manteve ocupado. A minha mãe e uma das tias, entretanto, já se tinham ido embora, pelo que fiquei na conversa com minha irmã mais nova. Por volta das 16.10 chegou a mãe. Foi um dia diferente e muito bem passado. Faz bem variar! A reduzida crónica de hoje resume a rapidez com que as horas passaram durante o dia.
Felizmente que há dias assim!
segunda-feira, agosto 18, 2003
Crónica de um pai: dia 7
Dia 7. Inicio da minha última semana de “férias”. Logo pela manhã, ao mudar-lhe a fralda fui brindado com um chichi em cima. Regra básica: ao mudar a fralda a rapazes é preciso concentração total. Bem, não conhecia melhor maneira de começar bem o dia! De seguida tentei que dormisse. A tarefa não foi fácil devido ao barulho de um cortador-de-relva que se encontrava a ser utilizado para aparar o relvado existente na rotunda junto da minha rua. Por fim, lá acabou por adormecer. Eu, depois de um fim-de-semana relaxado, estava completamente desperto. Aproveitei para me arranjar e para não variar navegar na ‘net’. Ler as ultimas dos meus blogs favoritos. Quando o puto acordou, já passava das 11.40 AM. Pu-lo a brincar com os seus bonecos. Fui preparar para a papa. Após três dias de interregno (a mãe fez questão em dar-lhe a papa nestes últimos dias) vamos lá ver se não me esqueci como é que se faz.
Definitivamente, a marca Nutribén é a melhor escolha. Faço a papa grossa, porque já nos apercebemos que ele come melhor assim. Para 150 ml de água junto à volta de 5,6 colheres de farinha. Isto fica uma pasta autêntica. Começo a ouvi-lo a chamar. Hora da refeição.
São 12.35 quando começamos. De imediato, sou surpreendido: ele abre a boca para comer a papa. Será que após três semanas aprendeu a gostar? Aproveito enquanto ele colabora. Colher após colher e ponho-me a pensar que tenho de fazer mais fins-de-semana destes. Hoje não preciso de cantar, mas estou sempre a falar com ele. Um quarto de hora depois e volta a normalidade. Deita a cabeça toda para trás e faz força com as pernas contra a mesa. Começa a refilar ao mesmo tempo. Percebi a ‘dica’. Pausa para limpezas.
Quando recomeçamos, percebo que o ‘espírito’ já não é o mesmo. Ele já não abre a boca para comer. Leio nos livros que quando os bebés não querem comer mais, não se deve insistir. Mas por vezes a prática revela-se contrária à teoria. Tento dar-lhe mais umas colheres sempre que ele se encontra distraído. Umas ele come, outras caiem no babete. Já começou a confusão. Mãos nos ar agitadas e mais uma colher de papa que cai sem destino. Acabou-se o quadro harmonioso do pai pacientemente a alimentar o filho bem comportado. Tento insistir, mas ele muda de estratégia. Não se limita a esquivar da colher. Provoca o vómito e vomita tudo cá para fora. Uma, duas vezes. Agora aprendeu esta e não quer outra coisa! Começa a chorar com lágrimas. Desisto! Venceu-me! O livro tinha razão.
Levo-o para o quarto para limpa-lo e mudar-lhe a fralda. Continua ‘preso de intestinos'. Ontem tivemos de aplicar o BebéGel porque durante o fim-de-semana nada fez. A continuar assim, logo à noite teremos de o aplicar outra vez. Continua nervoso, a chorar. Pego nele para o acalmar e dou-lhe água. Ele abre a boca num segundo. Já conhece o biberão. De seguida levo-o para a sala para a espreguiçadeira e ligo a televisão, enquanto preparo o meu almoço. Começa de novo a chorar. Quer companhia. Os bonecos já não são suficientes. A televisão também não. Assim que me vê faz um sorriso. Hoje vai ser difícil almoçar.
Não sei se é da idade (está quase a fazer 6 meses) ou se é o dente a nascer, mas ultimamente anda muito ‘resmungão’. Intercalo a preparação da minha refeição na cozinha com a minha presença ao pé dele na sala. “Isto da clonagem humana até fazia algum sentido!”.
Terminada a minha refeição, são horas de ele dormir uma sesta. Coloco-o na cama dele e chupeta na boca. Os seus olhos não me perdem de vista. Está sempre satisfeito enquanto me vê. Manda a chupeta fora e prefere chuchar no dedo do pé. Muito gosta ele deste exercício. Tomba para um dos lados e noto que já e hora de adormecer. Insisto na chupeta, uns beijinhos na cara e está feito. Por hoje terminou, penso eu.
Navego mais um bocado na ‘net’. Já nem me lembro o que fazia quando não existia internet. Depois da roda, deve ser a melhor invenção do Homem. Por volta da 16.00 ele acorda. Acorda a chorar como sempre. Vou busca-lo para ao pé de mim. A mãe não tarda a chegar. Entretanto, o boneco de borracha é fortemente ‘mordido’. Outros tempos se aproximam!
Definitivamente, a marca Nutribén é a melhor escolha. Faço a papa grossa, porque já nos apercebemos que ele come melhor assim. Para 150 ml de água junto à volta de 5,6 colheres de farinha. Isto fica uma pasta autêntica. Começo a ouvi-lo a chamar. Hora da refeição.
São 12.35 quando começamos. De imediato, sou surpreendido: ele abre a boca para comer a papa. Será que após três semanas aprendeu a gostar? Aproveito enquanto ele colabora. Colher após colher e ponho-me a pensar que tenho de fazer mais fins-de-semana destes. Hoje não preciso de cantar, mas estou sempre a falar com ele. Um quarto de hora depois e volta a normalidade. Deita a cabeça toda para trás e faz força com as pernas contra a mesa. Começa a refilar ao mesmo tempo. Percebi a ‘dica’. Pausa para limpezas.
Quando recomeçamos, percebo que o ‘espírito’ já não é o mesmo. Ele já não abre a boca para comer. Leio nos livros que quando os bebés não querem comer mais, não se deve insistir. Mas por vezes a prática revela-se contrária à teoria. Tento dar-lhe mais umas colheres sempre que ele se encontra distraído. Umas ele come, outras caiem no babete. Já começou a confusão. Mãos nos ar agitadas e mais uma colher de papa que cai sem destino. Acabou-se o quadro harmonioso do pai pacientemente a alimentar o filho bem comportado. Tento insistir, mas ele muda de estratégia. Não se limita a esquivar da colher. Provoca o vómito e vomita tudo cá para fora. Uma, duas vezes. Agora aprendeu esta e não quer outra coisa! Começa a chorar com lágrimas. Desisto! Venceu-me! O livro tinha razão.
Levo-o para o quarto para limpa-lo e mudar-lhe a fralda. Continua ‘preso de intestinos'. Ontem tivemos de aplicar o BebéGel porque durante o fim-de-semana nada fez. A continuar assim, logo à noite teremos de o aplicar outra vez. Continua nervoso, a chorar. Pego nele para o acalmar e dou-lhe água. Ele abre a boca num segundo. Já conhece o biberão. De seguida levo-o para a sala para a espreguiçadeira e ligo a televisão, enquanto preparo o meu almoço. Começa de novo a chorar. Quer companhia. Os bonecos já não são suficientes. A televisão também não. Assim que me vê faz um sorriso. Hoje vai ser difícil almoçar.
Não sei se é da idade (está quase a fazer 6 meses) ou se é o dente a nascer, mas ultimamente anda muito ‘resmungão’. Intercalo a preparação da minha refeição na cozinha com a minha presença ao pé dele na sala. “Isto da clonagem humana até fazia algum sentido!”.
Terminada a minha refeição, são horas de ele dormir uma sesta. Coloco-o na cama dele e chupeta na boca. Os seus olhos não me perdem de vista. Está sempre satisfeito enquanto me vê. Manda a chupeta fora e prefere chuchar no dedo do pé. Muito gosta ele deste exercício. Tomba para um dos lados e noto que já e hora de adormecer. Insisto na chupeta, uns beijinhos na cara e está feito. Por hoje terminou, penso eu.
Navego mais um bocado na ‘net’. Já nem me lembro o que fazia quando não existia internet. Depois da roda, deve ser a melhor invenção do Homem. Por volta da 16.00 ele acorda. Acorda a chorar como sempre. Vou busca-lo para ao pé de mim. A mãe não tarda a chegar. Entretanto, o boneco de borracha é fortemente ‘mordido’. Outros tempos se aproximam!
O Mágico
Pois é, o nosso mais recente ‘emigrante’ teve uma estreia de luxo. Assisti a meia-hora de pura magia. Os americanos tem uma expressão curiosa para estes artistas: “one-man-show”, que em português se pode traduzir, mais ou menos, por CRISTIANO RONALDO. E este mágico deu-me a volta à cabeça. A partir de agora troco de clube, deixo de apoiar o Arsenal para 'torcer' pelo Manchester United. Go Ronaldo Go!
De olhos em bico...
Ao ligar a Internet fiquei incrédulo com a notícia que me saltou do ecrã: “Islândia retoma caça às baleias”. O desenvolvimento da notícia, refere a posição do governo islandês, que explica que tal se deve a fins científicos, dado que a caça à baleia é apenas um meio para estudar o regime alimentar dos cetáceos, através da análise ao conteúdo do seu estômago!!! Eu tenho uma sugestão a dar ao governo islandês: e se publicasse um estudo sobre o regime alimentar da sociedade islandesa, a partir da análise dos estômagos dos islandeses!
(des)Liga
Quem está de regresso é a nossa SuperLiga de Futebol que continua ao seu melhor nível.
O suposto jogo inaugural do campeonato Belenenses-Estrela da Amadora foi suspenso “sine die” devido a um recurso apresentado sobre factos ocorridos na última jornada do campeonato da II Divisão de Honra da época passada. Resultado: mais uma 'trapalhada' no futebol português.
A Académica resolveu aproveitar-se da onda de solidariedade que percorre o nosso pais e colocou bilhetes para o jogo com o Sporting à venda por € 60,00. Resultado: um estádio às moscas.
Uma presença cada vez mais constante nos nossos estádios de futebol é a equipa do corpo de intervenção da GNR, que esta época fez a sua apresentação logo na 1ª jornada. Resultado: dois adeptos assistidos no hospital.
Que saudades eu tenho do futebol jogado dentro das quatro linhas!
O suposto jogo inaugural do campeonato Belenenses-Estrela da Amadora foi suspenso “sine die” devido a um recurso apresentado sobre factos ocorridos na última jornada do campeonato da II Divisão de Honra da época passada. Resultado: mais uma 'trapalhada' no futebol português.
A Académica resolveu aproveitar-se da onda de solidariedade que percorre o nosso pais e colocou bilhetes para o jogo com o Sporting à venda por € 60,00. Resultado: um estádio às moscas.
Uma presença cada vez mais constante nos nossos estádios de futebol é a equipa do corpo de intervenção da GNR, que esta época fez a sua apresentação logo na 1ª jornada. Resultado: dois adeptos assistidos no hospital.
Que saudades eu tenho do futebol jogado dentro das quatro linhas!
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